“EXPO RICA”
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@yahoo.com
Expo Exploração é um rótulo muito apropriado para a atual realidade que se instalou no Parque de Exposições de Concórdia. Na praça de alimentação, um simples petisco de frango custa trinta e cinco reais, fora a gorjeta. No domingo, quem esperava degustar um bom churrasco ou uma alimentação do nível de restaurantes como o Bokitus, Santa Terezinha, São Roque, Vinte e Nove de Julho, Melão, Brasão, Fávero entre outros, aos preços módicos praticados nestes estabelecimentos, ficou a ver navio. Qualquer lanchinho, churrasquinho, tem preços estratosféricos, uma vergonha. Os estacionamentos particulares ao redor do Parque (não existe estacionamento público suficiente) cobram o milionário valor de dez reais por veículo. Aliás, todo o ano o Parque de Exposições parece virar uma zona de livre comércio, ou melhor, de livre exploração na qual o único proibido de entrar é o PROCON. Tal assertiva se justifica uma vez que os visitantes, ao passarem pelos portões de entrada, não deixam de serem consumidores e as transações de compra e venda dentro do Parque não se descaracterizam como atos de comércio.
Como pré-requisito para concessões públicas de espaço e utilização, os preços praticados pela venda de alimentos e diversões em geral destinados ao grande público, deveriam ser tabelados a preços normalmente praticados no mercado de Concórdia. Além disso, os valores fixados para locações de espaços, obrigatoriamente deveriam ser módicos e exclusivamente destinados aos nossos empreendedores. Originalmente, as exposições tinham como objetivo estimular negócios da nossa terra, valorizando empresas locais, priorizando a participação delas nos eventos. Isso tinha e tem razão de ser, na medida em que geram tributos, empregos e o dinheiro que arrecadam com a venda de produtos fica por aqui, dinamizando nosso desenvolvimento.
. Por isso, é de estranhar a ausência, por exemplo, de revendedores de veículos das marcas Chevrolet, Fiat, Volkswagen e Ford. São empresas que nasceram com a cidade, que sempre pagaram e pagam impostos e que geram empregos aqui. Volta e meia, expõem seus veículos nas ruas da cidade, de forma que é inaceitável não os tenham exposto nos espaços privilegiados da Expo Rica. Simples voltinha em brinquedos ultrapassados e antigos custa a fortuna de três reais. Não bastasse o preço exorbitante, a roda gigante, ultrapassada e do tempo da pedra, apresentou problemas. Após um estrondo, dela se desprendeu uma barra de ferro que só não atingiu a cabeça de uma criança devido a agilidade de seu pai que agarrou o artefato em tempo. A roda voltou a girar até outra barra se desprender, só parando após imediata interdição decorrente de denúncia que me obriguei a fazer. Preços compatíveis, somente pela espetacular apresentação do JOTA QUEST, uma banda bem comportada, com músicas e letras construtivas (nada de apologia a drogas). Entretanto, a permanência de pessoas, inclusive de fiscais, em pé na frente das cadeiras, impedindo aos pagantes de verem o show, deixou muito a desejar.
Sem afrontar a lei de responsabilidade fiscal, há urgente necessidade de se criar uma lei de proteção a nossa economia, respeitando e valorizando nossos empresários, criando mecanismos para que as riquezas geradas pela Expo permaneçam em Concórdia. Como resolver isso? Uma das alternativas seria conceder, permitir ou autorizar empresas, exclusivamente com sede no município, a assumirem com autonomia a realização do evento. Isso poderia ocorrer através do CDL, ACIC e/ou através de um pool ou associação de empresas. Enfim, é preciso popularizar os preços da Expo, retornando aos bons tempos em que a mesma valorizava os nossos interesses e comportava a participação efetiva de famílias e de suas crianças com menor poder aquisitivo. Congratulações: À segurança do Parque, efetuada pela gloriosa Polícia Militar de Concórdia sob o comando do respeitável Tenente Coronel Reinaldo Boldori e à ação de bravos policiais que não medem esforços no atendimento ao público de forma educada e competente. Pensamento da Semana: “Expo de Concórdia, para Concórdia e por Concórdia!”
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
QUANDO O DIABO É A VÍTIMA
QUANDO A VÍTIMA É O DIABO.
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
A transferência de responsabilidade por todas as besteiras, bobagens, ilicitudes, contravenções e crimes cometidos pelo ser humano, ao diabo, é mecanismo de defesa inaceitável. Estultice imaginar que interfira em nossas ações, decisivamente, a ponto de ser ele a força motriz que move o braço no assassinato, a boca nos impropérios, a mão nos roubos, o sexo no estupro, a parvoíce no trato e convivência social. É muito conveniente atribuirmos ao diabo (besta, belzebu, capeta, demônio, exu, lúcifer, satã, satanás, tinhoso, maligno, entre tantas denominações) a responsabilidade pelas nossas sacanagens, loucuras, bebedeiras, brigas, mau humor e desastres, enquanto pessoas dotadas de inteligência, visão, audição, fala e demais sentidos que nos permitem distinguir o certo do errado.
O direito natural, que dita que não é normal causar sofrimento, está insculpido no coração de homens e mulheres, desde o nascimento. Não há sequer necessidade de explicar que não se deve impingir dor ou ferir qualquer ser vivo. De tal sorte que se afigura surreal atribuir a uma entidade espiritual maligna, a responsabilidade pelas multifacetadas violências que povoam as relações humanas. Utilizar uma figura mística como agente dotado de poderes superiores, capaz de interferir na ação volitiva dos homens a ponto de caçar-lhes o livre arbítrio e, portanto, de agir por meio deles na criação do caos pessoal, familiar e social, é alimentar subsídios para a irresponsabilidade que destrói a vida das pessoas, fulmina a harmonia das famílias, inferniza a sociedade e lota os presídios. Crenças, doutrinas e teologias são válidas pelo conteúdo ético, princípios morais, cores humanistas e pedagógicas de que são portadoras. Mas, responsabilizar o demônio por absolutamente tudo o que ocorre de errado na vida, é um equívoco que ultrapassa o bom senso e envergonha aos que tem o mínimo de juízo. Sob as luzes do iluminismo, do positivismo e do antropocentrismo, o diabo chega a figurar como vítima da covardia e oportunismo secular de homens e mulheres, os quais, sem a menor parcimônia, lhe atribuem toda a culpa pelas próprias mazelas, contradições e impossibilidades de serem filhos respeitosos, pais responsáveis, amigos leais, esposas recatadas, trabalhadores esforçados, empregados obedientes, patrões justos, cidadãos patriotas e políticos honestos.
NUNES PEDRO, (“in” Dicionário de Tecnologia Jurídica) define a vontade, como “poder irredutível, faculdade que tem o homem de querer, de se determinar espontaneamente a uma ação ou omissão, após reflexão. Exercício desse poder. Energia que domina e dirige nossas idéias. Livre disposição do espírito para deliberar e agir por si mesmo”. Privilegiar a razão como base de todo o conhecimento, em Renè Descartes, foi o primeiro passo para tirar o homem das trevas da ignorância e, a partir daí, o iluminismo firma a experiência, a razão e o método científico como únicas formas de obtenção do conhecimento, colocando o homem como centro do universo.
O que importa, sob o tema “vitimologia”, objeto destas breves reflexões desdobradas na trilogia “Quando a vítima é o homem”, “Quando a vítima é o diabo” e em terceiro título inédito (ainda no prelo de minhas elucubrações), é o fato incontestável, de que cada pessoa, além de ser agente e de sua própria história, é a única responsável pelos seus próprios atos, sendo defeso transferir a terceiros a responsabilidade pelas próprias ações. Neste contexto, o diabo nada mais é do que um “bode-expiatório”, verdadeira vítima de uma mitologia cômoda e de uma teologia que precisa ser reestudada sob a ótica da intransferibilidade da responsabilidade pelos atos pessoais que pesa sobre a cabeça de cada homem e de cada mulher. Pensamento da semana: "O diabo pode até ser o culpado, mas quem paga o pato é você."
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
A transferência de responsabilidade por todas as besteiras, bobagens, ilicitudes, contravenções e crimes cometidos pelo ser humano, ao diabo, é mecanismo de defesa inaceitável. Estultice imaginar que interfira em nossas ações, decisivamente, a ponto de ser ele a força motriz que move o braço no assassinato, a boca nos impropérios, a mão nos roubos, o sexo no estupro, a parvoíce no trato e convivência social. É muito conveniente atribuirmos ao diabo (besta, belzebu, capeta, demônio, exu, lúcifer, satã, satanás, tinhoso, maligno, entre tantas denominações) a responsabilidade pelas nossas sacanagens, loucuras, bebedeiras, brigas, mau humor e desastres, enquanto pessoas dotadas de inteligência, visão, audição, fala e demais sentidos que nos permitem distinguir o certo do errado.
O direito natural, que dita que não é normal causar sofrimento, está insculpido no coração de homens e mulheres, desde o nascimento. Não há sequer necessidade de explicar que não se deve impingir dor ou ferir qualquer ser vivo. De tal sorte que se afigura surreal atribuir a uma entidade espiritual maligna, a responsabilidade pelas multifacetadas violências que povoam as relações humanas. Utilizar uma figura mística como agente dotado de poderes superiores, capaz de interferir na ação volitiva dos homens a ponto de caçar-lhes o livre arbítrio e, portanto, de agir por meio deles na criação do caos pessoal, familiar e social, é alimentar subsídios para a irresponsabilidade que destrói a vida das pessoas, fulmina a harmonia das famílias, inferniza a sociedade e lota os presídios. Crenças, doutrinas e teologias são válidas pelo conteúdo ético, princípios morais, cores humanistas e pedagógicas de que são portadoras. Mas, responsabilizar o demônio por absolutamente tudo o que ocorre de errado na vida, é um equívoco que ultrapassa o bom senso e envergonha aos que tem o mínimo de juízo. Sob as luzes do iluminismo, do positivismo e do antropocentrismo, o diabo chega a figurar como vítima da covardia e oportunismo secular de homens e mulheres, os quais, sem a menor parcimônia, lhe atribuem toda a culpa pelas próprias mazelas, contradições e impossibilidades de serem filhos respeitosos, pais responsáveis, amigos leais, esposas recatadas, trabalhadores esforçados, empregados obedientes, patrões justos, cidadãos patriotas e políticos honestos.
NUNES PEDRO, (“in” Dicionário de Tecnologia Jurídica) define a vontade, como “poder irredutível, faculdade que tem o homem de querer, de se determinar espontaneamente a uma ação ou omissão, após reflexão. Exercício desse poder. Energia que domina e dirige nossas idéias. Livre disposição do espírito para deliberar e agir por si mesmo”. Privilegiar a razão como base de todo o conhecimento, em Renè Descartes, foi o primeiro passo para tirar o homem das trevas da ignorância e, a partir daí, o iluminismo firma a experiência, a razão e o método científico como únicas formas de obtenção do conhecimento, colocando o homem como centro do universo.
O que importa, sob o tema “vitimologia”, objeto destas breves reflexões desdobradas na trilogia “Quando a vítima é o homem”, “Quando a vítima é o diabo” e em terceiro título inédito (ainda no prelo de minhas elucubrações), é o fato incontestável, de que cada pessoa, além de ser agente e de sua própria história, é a única responsável pelos seus próprios atos, sendo defeso transferir a terceiros a responsabilidade pelas próprias ações. Neste contexto, o diabo nada mais é do que um “bode-expiatório”, verdadeira vítima de uma mitologia cômoda e de uma teologia que precisa ser reestudada sob a ótica da intransferibilidade da responsabilidade pelos atos pessoais que pesa sobre a cabeça de cada homem e de cada mulher. Pensamento da semana: "O diabo pode até ser o culpado, mas quem paga o pato é você."
quarta-feira, 10 de junho de 2009
QUANDO A VÍTIMA É O HOMEM
”QUANDO A VÍTIMA É O HOMEM”
Cesar Techio Economista – Advogado
Rua Dr. Maruri, 730 – 89700-00 Concórdia – SC cesartechio@Yahoo.com.br
“Bate seu covarde!”; “Atira se você é homem!”; “Incompetente, burro, pobretão!” A Lei Maria da Penha despontou em nosso meio como instrumento judicial de defesa eficaz e urgente em favor da mulher contra agressões masculinas. Nesta, machões ferozes se deparam com intransponível barreira às suas agressões compulsivas. Muito se tem discutido, todavia, sobre a inconstitucionalidade da lei, uma vez que contempla tão somente direito da mulher apreciado em cognição judicial sumária, instantânea, que desemboca irremediavelmente em decisão liminar, “inaudita altera pars”, ou seja, sem ouvir o acusado. Basta a mulher dar queixa na delegacia, para o marido mergulhar de escafandro no “olho da rua”, senão para trás das grades, tendo sobre sua cabeça o peso de acusações virulentas acolhidas de plano pelo Juiz. O juízo é de precaução, para salvaguardar suposto atentado contra a integridade física da mulher. Discute-se, depois, se a medida foi acertada ou não, através da defesa do acusado, já defenestrado da convivência conjugal. O que a lei, sua interpretação e aplicação não consideram, é a personalidade da vítima, sua inter-relação com o acusado, sua inclinação consciente ou subconsciente de fazer-se vítima, sua receptividade à violência, sua tendenciosidade a provocar situações de agressão.
O que está por trás da atitude violenta, do desamor, do ódio latente do agressor, senão uma atitude matreira, esperta, psicológica e emocionalmente bem preparada da mulher? Não se diz que por trás de todo grande homem sempre existe uma grande mulher? Ora, então é lógico pensar, que por trás de todo grande agressor também sempre existe uma grande agressora. E não raras vezes, mais violenta do que o homem, pois é sabido o quanto a mulher, dotada de faculdades excepcionais, inclusive quanto à resistência física e emocional, também é sumamente inteligente e sabe, muito bem, tramar, ofender, agredir, trair sem ser notada e desnudada a sua capacidade de interferir na ação do homem de fazer a violência que a agride. A idéia aqui é a de avaliarmos, sem “machismos” ou “feminismos” em que grau e intensidade as atitudes e o poder de manipulação da vítima-mulher agem sobre as ações do agressor.
É claro que não podemos ignorar que a igualdade constitucional entre homens e mulheres também deve respeitar a diversidade e o direito à diferença, haja vista a evidente vulnerabilidade social destas. Dentro deste espírito, ao enfrentar a violência masculina de forma desproporcional, a lei parece se firmar, na realidade, como instrumento ético de concretização da igualdade material entre homens e mulheres, conferindo efetividade à vontade constitucional inspirada em princípios éticos compensatórios. Mas, este não é o ponto a que se propõe essa breve reflexão, senão a análise da problemática sob as luzes do comportamento da mulher, que aponta para suas terríveis, insistentes e camufladas provocações, muitas vezes responsáveis pela violência que a atinge e estoura com a vida conjugal. Advogados, juízes, promotores, testemunhas, operadores do direito, jamais saberemos o verdadeiro responsável pelas palavrinhas de desamor, indiferenças do dia a dia, humilhações, exigências despropositadas e comparações desairosas que acontecem na privacidade dos lares, durante anos, e que explode em violência pública que culmina em divórcio e muitas vezes em prisão. A lei não considera, infelizmente, aspectos ligados a vitimologia, quando se sabe que, não raras vezes, em que pese o homem transtornado segurar a arma, é ela, mulher, quem puxa o gatilho da violência que destrói sua própria vida e a da sua família. Pensamento da semana: “A moeda tem dois lados.”
Cesar Techio Economista – Advogado
Rua Dr. Maruri, 730 – 89700-00 Concórdia – SC cesartechio@Yahoo.com.br
“Bate seu covarde!”; “Atira se você é homem!”; “Incompetente, burro, pobretão!” A Lei Maria da Penha despontou em nosso meio como instrumento judicial de defesa eficaz e urgente em favor da mulher contra agressões masculinas. Nesta, machões ferozes se deparam com intransponível barreira às suas agressões compulsivas. Muito se tem discutido, todavia, sobre a inconstitucionalidade da lei, uma vez que contempla tão somente direito da mulher apreciado em cognição judicial sumária, instantânea, que desemboca irremediavelmente em decisão liminar, “inaudita altera pars”, ou seja, sem ouvir o acusado. Basta a mulher dar queixa na delegacia, para o marido mergulhar de escafandro no “olho da rua”, senão para trás das grades, tendo sobre sua cabeça o peso de acusações virulentas acolhidas de plano pelo Juiz. O juízo é de precaução, para salvaguardar suposto atentado contra a integridade física da mulher. Discute-se, depois, se a medida foi acertada ou não, através da defesa do acusado, já defenestrado da convivência conjugal. O que a lei, sua interpretação e aplicação não consideram, é a personalidade da vítima, sua inter-relação com o acusado, sua inclinação consciente ou subconsciente de fazer-se vítima, sua receptividade à violência, sua tendenciosidade a provocar situações de agressão.
O que está por trás da atitude violenta, do desamor, do ódio latente do agressor, senão uma atitude matreira, esperta, psicológica e emocionalmente bem preparada da mulher? Não se diz que por trás de todo grande homem sempre existe uma grande mulher? Ora, então é lógico pensar, que por trás de todo grande agressor também sempre existe uma grande agressora. E não raras vezes, mais violenta do que o homem, pois é sabido o quanto a mulher, dotada de faculdades excepcionais, inclusive quanto à resistência física e emocional, também é sumamente inteligente e sabe, muito bem, tramar, ofender, agredir, trair sem ser notada e desnudada a sua capacidade de interferir na ação do homem de fazer a violência que a agride. A idéia aqui é a de avaliarmos, sem “machismos” ou “feminismos” em que grau e intensidade as atitudes e o poder de manipulação da vítima-mulher agem sobre as ações do agressor.
É claro que não podemos ignorar que a igualdade constitucional entre homens e mulheres também deve respeitar a diversidade e o direito à diferença, haja vista a evidente vulnerabilidade social destas. Dentro deste espírito, ao enfrentar a violência masculina de forma desproporcional, a lei parece se firmar, na realidade, como instrumento ético de concretização da igualdade material entre homens e mulheres, conferindo efetividade à vontade constitucional inspirada em princípios éticos compensatórios. Mas, este não é o ponto a que se propõe essa breve reflexão, senão a análise da problemática sob as luzes do comportamento da mulher, que aponta para suas terríveis, insistentes e camufladas provocações, muitas vezes responsáveis pela violência que a atinge e estoura com a vida conjugal. Advogados, juízes, promotores, testemunhas, operadores do direito, jamais saberemos o verdadeiro responsável pelas palavrinhas de desamor, indiferenças do dia a dia, humilhações, exigências despropositadas e comparações desairosas que acontecem na privacidade dos lares, durante anos, e que explode em violência pública que culmina em divórcio e muitas vezes em prisão. A lei não considera, infelizmente, aspectos ligados a vitimologia, quando se sabe que, não raras vezes, em que pese o homem transtornado segurar a arma, é ela, mulher, quem puxa o gatilho da violência que destrói sua própria vida e a da sua família. Pensamento da semana: “A moeda tem dois lados.”
quarta-feira, 3 de junho de 2009
DOS PÚLPITOS PARA A VIDA PÚBLICA
“DOS PÚLPITOS PARA A VIDA PÚBLICA”
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@Yahoo.com.br
Nossas secretas e insofismáveis introspecções somente a nós pertencem. Nada melhor do que o silêncio, quebrado por encantadores louvores, para inspirar nosso amor por Deus, pelos semelhantes e pela pátria. Acuradas reflexões trazem à luz a realidade do dia, mês, ano que passou e o que está no porvir. Lançando um olhar sobre esses nossos tempos, sinto que perdemos grandes oportunidades para mudarmos a política e os políticos deste país. A mediocridade da politicalha que coloca acima dos interesses nacionais, o interesse dos próprios políticos, está a exigir mais coragem dos homens de bem, dos cidadãos compromissados com a ética e com o bem comum. Estes homens, de conduta irrepreensível e de postura moral inflexível, ao se fazerem ausentes do cenário da política, deixam sempre um vazio inexplicável, pois eles, baluartes da decência (refiro-me, desta feita, aos comprometidos com a doutrina cristã e com o Evangelho de Jesus), são o antídoto contra a indiferença dos governantes e políticos que caminham na direção oposta aos interesses sociais. Dos púlpitos das igrejas, é hora de descerem para a tribuna da vida pública, pois é urgentíssimo e necessário construirmos um Estado verdadeiramente capaz de prover com eficiência a saúde, educação, habitação e segurança pública, sem demagogias ou desvios éticos. Moralizar as finanças públicas, modernizar a economia e concretizar os princípios constitucionais em favor da dignidade dos cidadãos, deve ser compromisso inalienável de todos cristãos, em especial de líderes cristãos sintonizados com os ensinamentos de Jesus. Estes possuem o dever de se postarem ao lado dos anseios e inquietações do povo por conduta ética, moralização e transparência na política.
Se as mensagens do Velho e Novo Testamento causam contrariedade e fulminam, com veemência, os pontos podres da nossa organização política e social, nada mais eloqüente do que, destemidos líderes cristãos ampliem suas pregações para além dos cancelos das igrejas, em ação destemida na defesa da moralização da política, em favor da qual não se pode capitular.
Pelos itinerários inférteis da política suja, pelos conchavos que escamoteiam falcatruas que diariamente causam escândalos, que detonam o Parlamento e que comprometem as instituições e o Estado Democrático de Direito, clama o povo por homens ligados a palavra de Jesus, para que, com a mesma firmeza e lucidez com que pregam as prerrogativas do Evangelho do alto dos púlpitos das igrejas, também as façam valer do alto das tribunas da política. É preciso afrontar políticos desonestos de forma eficaz e definitiva. E isso só se faz substituindo-os por homens que possuam o dom da profecia e da coerência bíblica. Não só arrostá-los, de dedo em riste, mostrando com coragem e publicamente aos fiéis suas corruptelas, infidelidades e roubos, mas, substituindo-os, de uma vez por todas, em época de eleição! De uma introspecção na calada da noite, a exortação: “Pregadores, hasteiem a bandeira do Evangelho e mudem os políticos e a política do meu país. Pensamento da Semana: “Os teus príncipes são companheiros dos ladrões. E por quê? São companheiros dos ladrões, porque os dissimulam; são companheiros dos ladrões, porque os consentem; são companheiros dos ladrões, porque lhes dão os postos e poderes; são companheiros dos ladrões, porque talvez os defendam; e são finalmente seus companheiros porque os acompanham e hão de acompanhar ao inferno, onde os mesmos ladrões os levam consigo”, Pe. Vieira, 1655.
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@Yahoo.com.br
Nossas secretas e insofismáveis introspecções somente a nós pertencem. Nada melhor do que o silêncio, quebrado por encantadores louvores, para inspirar nosso amor por Deus, pelos semelhantes e pela pátria. Acuradas reflexões trazem à luz a realidade do dia, mês, ano que passou e o que está no porvir. Lançando um olhar sobre esses nossos tempos, sinto que perdemos grandes oportunidades para mudarmos a política e os políticos deste país. A mediocridade da politicalha que coloca acima dos interesses nacionais, o interesse dos próprios políticos, está a exigir mais coragem dos homens de bem, dos cidadãos compromissados com a ética e com o bem comum. Estes homens, de conduta irrepreensível e de postura moral inflexível, ao se fazerem ausentes do cenário da política, deixam sempre um vazio inexplicável, pois eles, baluartes da decência (refiro-me, desta feita, aos comprometidos com a doutrina cristã e com o Evangelho de Jesus), são o antídoto contra a indiferença dos governantes e políticos que caminham na direção oposta aos interesses sociais. Dos púlpitos das igrejas, é hora de descerem para a tribuna da vida pública, pois é urgentíssimo e necessário construirmos um Estado verdadeiramente capaz de prover com eficiência a saúde, educação, habitação e segurança pública, sem demagogias ou desvios éticos. Moralizar as finanças públicas, modernizar a economia e concretizar os princípios constitucionais em favor da dignidade dos cidadãos, deve ser compromisso inalienável de todos cristãos, em especial de líderes cristãos sintonizados com os ensinamentos de Jesus. Estes possuem o dever de se postarem ao lado dos anseios e inquietações do povo por conduta ética, moralização e transparência na política.
Se as mensagens do Velho e Novo Testamento causam contrariedade e fulminam, com veemência, os pontos podres da nossa organização política e social, nada mais eloqüente do que, destemidos líderes cristãos ampliem suas pregações para além dos cancelos das igrejas, em ação destemida na defesa da moralização da política, em favor da qual não se pode capitular.
Pelos itinerários inférteis da política suja, pelos conchavos que escamoteiam falcatruas que diariamente causam escândalos, que detonam o Parlamento e que comprometem as instituições e o Estado Democrático de Direito, clama o povo por homens ligados a palavra de Jesus, para que, com a mesma firmeza e lucidez com que pregam as prerrogativas do Evangelho do alto dos púlpitos das igrejas, também as façam valer do alto das tribunas da política. É preciso afrontar políticos desonestos de forma eficaz e definitiva. E isso só se faz substituindo-os por homens que possuam o dom da profecia e da coerência bíblica. Não só arrostá-los, de dedo em riste, mostrando com coragem e publicamente aos fiéis suas corruptelas, infidelidades e roubos, mas, substituindo-os, de uma vez por todas, em época de eleição! De uma introspecção na calada da noite, a exortação: “Pregadores, hasteiem a bandeira do Evangelho e mudem os políticos e a política do meu país. Pensamento da Semana: “Os teus príncipes são companheiros dos ladrões. E por quê? São companheiros dos ladrões, porque os dissimulam; são companheiros dos ladrões, porque os consentem; são companheiros dos ladrões, porque lhes dão os postos e poderes; são companheiros dos ladrões, porque talvez os defendam; e são finalmente seus companheiros porque os acompanham e hão de acompanhar ao inferno, onde os mesmos ladrões os levam consigo”, Pe. Vieira, 1655.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
BRASIL FOODS PATROCINA FUTEBOL CONCORDIENSE
“BRASIL FOODS PATROCINA FUTEBOL CONCORDIENSE”
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@gmail.com
Não se pode negar que as atuais lideranças das empresas Sadia e Perdigão conseguiram uma verdadeira proeza com a concretização da mega-fusão empresarial, perseguida, especialmente pela Sadia, há décadas. Entretanto, o prejuízo de dois bilhões e meio de reais sofridos por esta, graças a operações mal sucedidas em derivativos, certamente foi decisivo para que as partes chegassem a um consenso. Mas, convenhamos, ao invés da Sadia comprar a Perdigão, como sempre foi sonhado, o que ocorreu foi exatamente o contrário, uma vez que o controle acionário da nova empresa pertence em 68% aos acionistas desta última. Relevante, contudo, é a capacidade de gestão, plano de ação e velocidade de reação da nova e gigante empresa frente à crise econômica mundial. O que se prevê, é que ambas saiam fortalecidas da crise, com maior rentabilidade e expansão de suas atividades.
Este é o único raciocínio plausível, em especial para a comunidade concordiense, berço da empresa Sadia, a de que a BRF gerencie e encare a crise de forma eficaz, a fim de que se mantenham os empregos diretos e indiretos, tributos, impostos, que sempre dinamizaram o crescimento do município. Sem saudosismos, todos aqueles que viveram a história da Sadia, hão de adotar a mesma postura pragmática, objetiva e otimista dos acionistas da empresa quanto à maximização de desempenho da BRF. As medidas tomadas se constituem numa resposta inteligente à atual crise. Esta capacidade de reação, todavia, deve ser aguçada daqui por diante, pois não se sabe qual a extensão da crise e se esta não se agravará nos próximos tempos. São necessárias medidas eficazes para preparar a empresa, não só para a retomada de crescimento, mas para protegê-la de outros graves incidentes de percurso.
Quanto a Concórdia, em crônica precedente (“Sadia, uma História”) menciono os bons tempos em que a empresa investia na comunidade local, mantendo com ela relações sinérgicas de parceria, inclusive no esporte. Quem não lembra dos tempos de glória da Sociedade Esportiva Recreativa Sadia – SER- Sadia? Como parte do plano, acima referido, certamente numa excelente estratégia de marketing para firmar a nova marca “BRF”, o presidente da Perdigão Nildemar Secches e o presidente da Sadia, Luiz Fernando Furlam foram fotografados exibindo uma camiseta com a logomarca da Brasil Foods, num patrocínio ao Corinthians, tendo como pano de fundo, em imagem subliminar, o desenho de um “DNA” contendo o nome das empresas.
Considerando os laços históricos e afetivos entre a empresa Sadia e o município de Concórdia, não seria improdutivo que a BRF patrocinasse o CONCÓRDIA ATLÉTICO CLUBE - CAC, com o nome “Brasil Foods” estampado nas camisetas do clube. Esta seria uma bela forma de agradecer e homenagear o amor devotado por nosso povo à Sadia nestes sessenta e cinco anos de empresa, cuja genética possui cromossomas de nossa história, de nossas esperanças e de nossos sonhos (como o do título desta crônica). No mais, é esperar para que as atuais dificuldades, não impeçam a fusão. Pensamento da semana: “Há pessoas que nos falam e nem escutamos. Há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam; mas há pessoas que aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre”. Cecília Meireles.
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@gmail.com
Não se pode negar que as atuais lideranças das empresas Sadia e Perdigão conseguiram uma verdadeira proeza com a concretização da mega-fusão empresarial, perseguida, especialmente pela Sadia, há décadas. Entretanto, o prejuízo de dois bilhões e meio de reais sofridos por esta, graças a operações mal sucedidas em derivativos, certamente foi decisivo para que as partes chegassem a um consenso. Mas, convenhamos, ao invés da Sadia comprar a Perdigão, como sempre foi sonhado, o que ocorreu foi exatamente o contrário, uma vez que o controle acionário da nova empresa pertence em 68% aos acionistas desta última. Relevante, contudo, é a capacidade de gestão, plano de ação e velocidade de reação da nova e gigante empresa frente à crise econômica mundial. O que se prevê, é que ambas saiam fortalecidas da crise, com maior rentabilidade e expansão de suas atividades.
Este é o único raciocínio plausível, em especial para a comunidade concordiense, berço da empresa Sadia, a de que a BRF gerencie e encare a crise de forma eficaz, a fim de que se mantenham os empregos diretos e indiretos, tributos, impostos, que sempre dinamizaram o crescimento do município. Sem saudosismos, todos aqueles que viveram a história da Sadia, hão de adotar a mesma postura pragmática, objetiva e otimista dos acionistas da empresa quanto à maximização de desempenho da BRF. As medidas tomadas se constituem numa resposta inteligente à atual crise. Esta capacidade de reação, todavia, deve ser aguçada daqui por diante, pois não se sabe qual a extensão da crise e se esta não se agravará nos próximos tempos. São necessárias medidas eficazes para preparar a empresa, não só para a retomada de crescimento, mas para protegê-la de outros graves incidentes de percurso.
Quanto a Concórdia, em crônica precedente (“Sadia, uma História”) menciono os bons tempos em que a empresa investia na comunidade local, mantendo com ela relações sinérgicas de parceria, inclusive no esporte. Quem não lembra dos tempos de glória da Sociedade Esportiva Recreativa Sadia – SER- Sadia? Como parte do plano, acima referido, certamente numa excelente estratégia de marketing para firmar a nova marca “BRF”, o presidente da Perdigão Nildemar Secches e o presidente da Sadia, Luiz Fernando Furlam foram fotografados exibindo uma camiseta com a logomarca da Brasil Foods, num patrocínio ao Corinthians, tendo como pano de fundo, em imagem subliminar, o desenho de um “DNA” contendo o nome das empresas.
Considerando os laços históricos e afetivos entre a empresa Sadia e o município de Concórdia, não seria improdutivo que a BRF patrocinasse o CONCÓRDIA ATLÉTICO CLUBE - CAC, com o nome “Brasil Foods” estampado nas camisetas do clube. Esta seria uma bela forma de agradecer e homenagear o amor devotado por nosso povo à Sadia nestes sessenta e cinco anos de empresa, cuja genética possui cromossomas de nossa história, de nossas esperanças e de nossos sonhos (como o do título desta crônica). No mais, é esperar para que as atuais dificuldades, não impeçam a fusão. Pensamento da semana: “Há pessoas que nos falam e nem escutamos. Há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam; mas há pessoas que aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre”. Cecília Meireles.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
ADEUS SADIA. BEM VINDA BRASIL FOODS
“ADEUS SADIA. BEM VIDA BRASIL FOODS.”
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@gmail.com
A megafusão entre os capitais das empresas Sadia e Perdigão, dois poderosos grupos empresariais do país, redundou na criação da Brasil Foods (Brasil com “s” e não com “z”), e se constitui numa grande estratégia para que ambas se recuperem dos recentes prejuízos e se fortaleçam no mercado internacional. As empresas atuam em mais de cem países e, com a fusão, se transformam na maior exportadora de produtos de carne processada do mundo. Como escrevi alhures, possível aporte de dinheiro público, via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), representa, no mínimo, mais do que uma obrigação do governo, pois a derrocada destas empresas não interessa a ninguém. Aliás, nada mais prioritário para o país, do que manter milhares de empregos diretos e indiretos em época de crise como a que vivemos. O dinheiro público, neste caso, está sendo aplicado em área produtiva e nas mãos de empresários extremamente sérios, competentes, honestos e bem articulados e não em bancos falidos.
A fusão vai dar certo. Basta notar que se trata de duas empresas marcadas pela longevidade, o que as permitiu estabelecer uma imagem de respeito perante o mercado consumidor, financeiro e de insumos ao longo de quarenta anos. Além do que, as duas empresas possuem entre si uma forte identidade organizacional e de logística em todo o mundo. Estes fatores, aliados a tremenda capacidade empresarial de seus líderes, farão da Sadia e da Perdigão, uma empresa sólida e de grande futuro.
Todavia, esta megafusão tem um lado negativo, uma vez que consolida, definitivamente, um grande monopólio na área de alimentos capaz de fulminar com a concorrência. Neste passo, é inevitável que esta concentração de capitais acabe por prejudicar consumidores, na medida em que a mega-empresa passará a ditar e a aumentar os preços dos produtos. Estes efeitos foram constatados em todas outras megafusões de que se tem notícia.
Seria ilusão acreditar que empresas capitalistas busquem a fusão para beneficiar consumidores. Ao contrário, buscam salvaguardar suas sobrevivências num mercado globalizado e, por óbvio, visam aumentar lucros. Só para se ter uma idéia, a Brasil Foods terá em torno de 90% de participação de mercado em massas prontas, 70% em pizzas semiprontas e acima de 50% em produtos industrializados em geral. E é claro, sob o ponto de vista do consumidor isso é péssimo, porque acaba com quase todas as opções de consumo: “Se queres, queres; se não queres, “Brasil foods”. Assim, para a alegria dos acionistas, a Sadia e Perdigão ganham em competitividade e uma valorização imediata. Ganha o Brasil, porque terá uma das maiores empresas de alimentos do planeta, gerando empregos, tributos e impostos. Ganham todas as regiões nas quais a empresa mantém fábricas; Ganham os funcionários e o desenvolvimento de muitas micro-regiões. Perde o consumidor. Será? Não se pode esquecer que estas empresas investem milhões de dólares em tecnologias de ponta para melhorar a qualidade de seus produtos. Essa é uma forma bem vinda e legítima de aumentar lucros. Bem vinda porque beneficia o consumidor. Por ora, vamos aguardar a aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)... que será positiva. Querem apostar? Pensamento da Semana: “É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem ninguém que o ajuda a se levantar. (...) Dois homens podem resistir a um ataque que derrotaria um deles se estivesse sozinho.” (Eclesiastes).
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@gmail.com
A megafusão entre os capitais das empresas Sadia e Perdigão, dois poderosos grupos empresariais do país, redundou na criação da Brasil Foods (Brasil com “s” e não com “z”), e se constitui numa grande estratégia para que ambas se recuperem dos recentes prejuízos e se fortaleçam no mercado internacional. As empresas atuam em mais de cem países e, com a fusão, se transformam na maior exportadora de produtos de carne processada do mundo. Como escrevi alhures, possível aporte de dinheiro público, via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), representa, no mínimo, mais do que uma obrigação do governo, pois a derrocada destas empresas não interessa a ninguém. Aliás, nada mais prioritário para o país, do que manter milhares de empregos diretos e indiretos em época de crise como a que vivemos. O dinheiro público, neste caso, está sendo aplicado em área produtiva e nas mãos de empresários extremamente sérios, competentes, honestos e bem articulados e não em bancos falidos.
A fusão vai dar certo. Basta notar que se trata de duas empresas marcadas pela longevidade, o que as permitiu estabelecer uma imagem de respeito perante o mercado consumidor, financeiro e de insumos ao longo de quarenta anos. Além do que, as duas empresas possuem entre si uma forte identidade organizacional e de logística em todo o mundo. Estes fatores, aliados a tremenda capacidade empresarial de seus líderes, farão da Sadia e da Perdigão, uma empresa sólida e de grande futuro.
Todavia, esta megafusão tem um lado negativo, uma vez que consolida, definitivamente, um grande monopólio na área de alimentos capaz de fulminar com a concorrência. Neste passo, é inevitável que esta concentração de capitais acabe por prejudicar consumidores, na medida em que a mega-empresa passará a ditar e a aumentar os preços dos produtos. Estes efeitos foram constatados em todas outras megafusões de que se tem notícia.
Seria ilusão acreditar que empresas capitalistas busquem a fusão para beneficiar consumidores. Ao contrário, buscam salvaguardar suas sobrevivências num mercado globalizado e, por óbvio, visam aumentar lucros. Só para se ter uma idéia, a Brasil Foods terá em torno de 90% de participação de mercado em massas prontas, 70% em pizzas semiprontas e acima de 50% em produtos industrializados em geral. E é claro, sob o ponto de vista do consumidor isso é péssimo, porque acaba com quase todas as opções de consumo: “Se queres, queres; se não queres, “Brasil foods”. Assim, para a alegria dos acionistas, a Sadia e Perdigão ganham em competitividade e uma valorização imediata. Ganha o Brasil, porque terá uma das maiores empresas de alimentos do planeta, gerando empregos, tributos e impostos. Ganham todas as regiões nas quais a empresa mantém fábricas; Ganham os funcionários e o desenvolvimento de muitas micro-regiões. Perde o consumidor. Será? Não se pode esquecer que estas empresas investem milhões de dólares em tecnologias de ponta para melhorar a qualidade de seus produtos. Essa é uma forma bem vinda e legítima de aumentar lucros. Bem vinda porque beneficia o consumidor. Por ora, vamos aguardar a aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)... que será positiva. Querem apostar? Pensamento da Semana: “É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem ninguém que o ajuda a se levantar. (...) Dois homens podem resistir a um ataque que derrotaria um deles se estivesse sozinho.” (Eclesiastes).
quarta-feira, 13 de maio de 2009
SADIA: UMA HISTÓRIA
”SADIA: UMA HISTÓRIA”
Cesar Techio
Economista – Advogado - cesartechio@gmail.com
Recebo, sempre, e-mails. Alguns elogiando, outros construindo idéias divergentes e alguns atacando ferozmente minhas crônicas. Dia desses, um disse o seguinte: “Com muita satisfação e emoção li tua matéria “SADIA. “NOSSA EMPRESA, NOSSA VIDA”. Fostes muito feliz em tuas colocações. Refiro-me à importância que a empresa teve e tem no município de Concórdia. Cresceu junto com a cidade esbanjando pujança, dando exemplos, contribuindo para o enriquecimento de muitas famílias e empresas, preparando todos seus profissionais. Muitos deles atuam na sociedade concordiense. Revolucionou o comportamento social no município dentro do ambiente da Total Qualidade; contribuiu efetivamente com escolas, fundações, esportes, segurança pública, hospital, etc. Devemos sim, respeito e admiração por esta grande empresa, por quem trabalhou nela ou por quem dela se beneficiou direta ou indiretamente. Em todas as cidades gaúchas e catarinenses que residi, sempre exaltei o nome SADIA. Quando compro produtos do gênero, sempre escolho Sadia, porque sei de onde vem e como é produzido. Uma simples Sugestão: O município deveria fazer uma homenagem diferente à empresa, em forma de agradecimento e reconhecimento neste momento único vivido por ela: Todas as empresas e entidades que acharem por bem, durante uma semana, ou um mês, poderiam brindar seus clientes, colaboradores e fornecedores com a degustação de produtos SADIA. Pode não resolver o problema da empresa, mas diria nas entrelinhas: “MUITO OBRIGADO, NÓS PRECISAMOS DE VOCÊ AQUI.”
Reminiscências, saudades, sentimentos por um tempo que não podemos esquecer. Um dos primeiros funcionários do fundador e possivelmente o primeiro motorista da família e sequentemente da empresa, ainda nos tempos de Luzerna, migrou com os Fontana para Concórdia, meu pai, Santo Benvenuto Techio, hoje no alto dos seus lindos, lúcidos e memoráveis noventa anos. Desfilam por suas memórias os primeiros momentos, alegrias, vontade férrea e determinação de Atílio Francisco Xavier Fontana, frente à novel agroindústria, encravada no oeste catarinense. Como num filme, desponta Omar Fontana lhe acompanhando na cabine de um caminhão; os Fontana, ao tempo de Água Doce, Luzerna e depois Concórdia. Seu amigo Adolpho Bósio, a quem ensinou os primeiros passos à cidade de São Paulo... Teimam em aparecer nas lembranças, seus companheiros motoristas que já partiram para a viagem definitiva; seu primeiro caminhão importado, entregue em mãos pelo fundador; a sinuosa e perigosa estrada da “Ribeira; os caminhões levando produtos Sadia até o Rio de Janeiro; o “Patinho Feio”, um fantástico avião que seguia pelo litoral abrindo comércio pelas vias dos céus, em traçado muito mais rápido do que os trilhos que seguiam de Volta Grande para a capital paulista. Quantas viagens, eim, meu velho pai? E agora, meu querido, agora que a vida se esvai, gritando de saudades por entre tuas memórias, escorregando por meio de tuas enrugadas e cansadas mãos, choro por ti, pelos teus amigos e por um tempo que não volta mais.
Pessoas no lugar errado. Onde estava o “Head of the family” e “Commander” durante as equivocadas apostas em derivativos? Cuidando do desenvolvimento, da indústria e do comércio do país? Doando a sua vida, conhecimento, sabedoria e herdada sagacidade do avô em favor da sociedade brasileira? Doação patriótica: governo sem leme em casa. Júlio Cesar Santos, gerente de Unidade da SICREDI FRAIBURGO-SC, encerra assim seu e-mail: “Fui funcionário e joguei futebol de salão por oito anos, representando e levando o nome da SADIA por todo este Brasil, com respeito e disciplina. Tomei a liberdade de te enviar esse e-mail em homenagem à empresa pela qual tenho muita admiração.” Pensamento da semana: “O ser humano não pode deixar de cometer erros; é com os erros, que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro.” (Plutarco). Sobreviva!
terça-feira, 5 de maio de 2009
AMÉRICA LIVRE
AMÉRICA LIVRE
Cesar Techio
Economista – Advogado cesartechio@Yahoo.com.br
Que dure o quanto durar. E, enquanto durar, o protesto vai bradar nas linhas destas crônicas. Protesto contra as medidas protecionistas adotadas pelas maiores economias do mundo em reação à crise, mas geradora de mais desempregos e miséria nos países emergentes; protesto contra a visita de Ahmadinejad ao Brasil, um líder tão confuso quanto perigoso, que defende a destruição de Israel abertamente, desenvolve armas nucleares debaixo no nariz do mundo civilizado, nega o Holocausto, defende a perseguição de minorias e a repressão das mulheres e dos homossexuais; protesto ao terror, como o patrocinado pelo Irã na Argentina contra a embaixada de Israel e contra o Centro Judaico Amia em 1994; protesto para dizer que a índole democrática do Brasil não pode legitimar representantes de países que apoiam o terrorismo, muito menos líderes tão funestos para a civilização e para a paz mundial.
A diplomacia brasileira vai de mal a pior ao acenar para relações com países como o Irã e a Venezuela de Hugo Chaves, este que no dia 1º de maio (dia do trabalhador) visitou oficialmente aquele país, proclamando a reunião com Ahmadinejad (acreditem) como a reunião do "G2", em oposição ao G20. Na visita ao Irã, Chaves afirmou que o FMI tem que ser eliminado, classificando o Fundo e o Banco Mundial (Bird) como "ferramentas do imperialismo". Aliás, o “chavismo” venezuelano prega para quem quiser ouvir o anti-semetismo, na linha do “Nosotros, los chavistas, despreciamos a los judíos y no reconocemos al Estado de Israel así como tampoco ninguna organización judía nacional e internacional”.
Lendo, pela rede, os principais jornais do planeta anunciarem a indignação mundial pela visita do presidente iraniano, custa acreditar que o Brasil ignore a história de Israel e admita em território brasileiro líderes antidemocráticos e ditadores que amedrontam e preocupam a América livre e os paises civilizados. Será que, no desenho geopolítico e econômico internacional, não encontram as autoridades brasileiras, algum país civilizado e democrático para abrir novas relações comerciais, sociais, científicas, culturais ou o “raio que o parta”? Era só o que faltava, o governo brasileiro “passar a mão na cabeça” destes ditadores insanos, abrindo-lhes as portas para relações sabe-se lá de que natureza. A dúvida é oportuna, vez que são pródigos estes líderes negativos, em controvérsias, afrontas e ameaças aos países de regime aberto e representativo.
Enquanto isso, em meio a gripe, que nada tem a ver com suínos, cuja carne saborosa alavanca a economia catarinense e brasileira, em meio a protestos roguemos a Deus para que proteja nosso país do vírus da crise mundial que gera o desemprego; do vírus da intolerância que gera a guerra; do vírus do preconceito racial que gera a violência; do vírus do egoísmo que gera a injustiça e, especialmente, do vírus da insanidade de ideologias agressivas que ameaçam espalharem-se pela nossa amada e sofrida América Latina, pois são fonte de destruição da democracia, da paz e da dignidade da pessoa humana. Pensamento da semana: “Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma flor do nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia o mas frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer mais nada.”( Valdimir Maiokóvski).
Cesar Techio
Economista – Advogado cesartechio@Yahoo.com.br
Que dure o quanto durar. E, enquanto durar, o protesto vai bradar nas linhas destas crônicas. Protesto contra as medidas protecionistas adotadas pelas maiores economias do mundo em reação à crise, mas geradora de mais desempregos e miséria nos países emergentes; protesto contra a visita de Ahmadinejad ao Brasil, um líder tão confuso quanto perigoso, que defende a destruição de Israel abertamente, desenvolve armas nucleares debaixo no nariz do mundo civilizado, nega o Holocausto, defende a perseguição de minorias e a repressão das mulheres e dos homossexuais; protesto ao terror, como o patrocinado pelo Irã na Argentina contra a embaixada de Israel e contra o Centro Judaico Amia em 1994; protesto para dizer que a índole democrática do Brasil não pode legitimar representantes de países que apoiam o terrorismo, muito menos líderes tão funestos para a civilização e para a paz mundial.
A diplomacia brasileira vai de mal a pior ao acenar para relações com países como o Irã e a Venezuela de Hugo Chaves, este que no dia 1º de maio (dia do trabalhador) visitou oficialmente aquele país, proclamando a reunião com Ahmadinejad (acreditem) como a reunião do "G2", em oposição ao G20. Na visita ao Irã, Chaves afirmou que o FMI tem que ser eliminado, classificando o Fundo e o Banco Mundial (Bird) como "ferramentas do imperialismo". Aliás, o “chavismo” venezuelano prega para quem quiser ouvir o anti-semetismo, na linha do “Nosotros, los chavistas, despreciamos a los judíos y no reconocemos al Estado de Israel así como tampoco ninguna organización judía nacional e internacional”.
Lendo, pela rede, os principais jornais do planeta anunciarem a indignação mundial pela visita do presidente iraniano, custa acreditar que o Brasil ignore a história de Israel e admita em território brasileiro líderes antidemocráticos e ditadores que amedrontam e preocupam a América livre e os paises civilizados. Será que, no desenho geopolítico e econômico internacional, não encontram as autoridades brasileiras, algum país civilizado e democrático para abrir novas relações comerciais, sociais, científicas, culturais ou o “raio que o parta”? Era só o que faltava, o governo brasileiro “passar a mão na cabeça” destes ditadores insanos, abrindo-lhes as portas para relações sabe-se lá de que natureza. A dúvida é oportuna, vez que são pródigos estes líderes negativos, em controvérsias, afrontas e ameaças aos países de regime aberto e representativo.
Enquanto isso, em meio a gripe, que nada tem a ver com suínos, cuja carne saborosa alavanca a economia catarinense e brasileira, em meio a protestos roguemos a Deus para que proteja nosso país do vírus da crise mundial que gera o desemprego; do vírus da intolerância que gera a guerra; do vírus do preconceito racial que gera a violência; do vírus do egoísmo que gera a injustiça e, especialmente, do vírus da insanidade de ideologias agressivas que ameaçam espalharem-se pela nossa amada e sofrida América Latina, pois são fonte de destruição da democracia, da paz e da dignidade da pessoa humana. Pensamento da semana: “Na primeira noite eles aproximam-se e colhem uma flor do nosso jardim e não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam o nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia o mas frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E porque não dissemos nada, já não podemos dizer mais nada.”( Valdimir Maiokóvski).
sexta-feira, 1 de maio de 2009
CRISTÃOS E CRISE ECONÔMICA
CRISTÃOS E CRISE ECONÔMICA
Cesar Techio Advogado – Economista - cesartechio@Yahoo.com.br
As desigualdades sociais constatadas nas gritantes e abismais diferenças entre os vários setores da economia, entre o meio urbano bem estruturado e atendido pelos serviços públicos e os cinturões de miséria e afavelamentos que rodeiam as cidades, são inaceitáveis, sob as luzes do cristianismo autêntico, depositário da fé e de princípios espirituais perenes. A pobreza evangélica que se contenta com pouco pode até ser uma virtude, mas nada tem a ver com a miséria, a fome e a humilhação que bate nas portas dos endividados, os quais, face a crise do capitalismo, não conseguem honrar seus compromissos ou até mesmo sobreviver com dignidade. Uma justa e correta distribuição de riquezas, se opõe à concentração de renda excessiva, na qual muito se deposita nas mãos de poucos e nada nas mãos da maioria. A presença de cristãos no corpo social exige uma atenção muito especial às mazelas que atingem cada família, cada trabalhador, cada jovem, mergulhados na desproporção estridente entre a evidente miséria e o hiper-consumo das minorias privilegiadas.
Esta atenção deve considerar e colaborar para com que o materialismo e a ostentação, não se sobreponham aos direitos fundamentais da pessoa humana lapidados na nossa Constituição Federal e no próprio Evangelho de Jesus Cristo. Ou seja, não é aceitável subordinar os valores e princípios humanistas, que se constituem na base da mensagem bíblica e no alicerce do Direito Natural, a exclusivos elementos de ordem material, financeira e de consumo. Segundo Leonardo Boff, em seus artigos semanalmente publicados na imprensa, o nosso sistema não tem lastro ou fundamento na cooperação e na economia solidária e fraterna. É “cada um por si e Deus por todos” ou, “salve-se quem puder”. E pior, todas as relações sociais e familiares ocorrem no plano econômico. Os que possuem condições se relacionam com seus filhos, quase que exclusivamente no plano material. Os que não possuem condições financeiras ressentem-se, do mesmo modo, das carências materiais e, neste contexto são geradas as frustrações, brigas e humilhações. Não é por nada que nossa juventude se queda nas drogas e a sociedade marginalizada se atira na violência que enche as cadeias e presídios do país.
Mas, devemos ter presente em nossa consciência e em nosso coração, que a doutrina cristã exige oposição a esta realidade e que somente ela tem condições para sanar estes males; somente ela perfila em perfeita concordância, as exigências de justiça social e de caridade a uma ordem sócio-econômica justa que, ao invés de oprimir e isolar, une os homens e estes frutificam no amor uns para com os outros. Da pós-graduação em cooperativismo, ainda ao tempo da Unisinos, permanece a convicção de que o modelo econômico cristão autêntico é o da cooperação e da solidariedade. Que, o capitalismo financeiro desenfreado concentra todo o sangue das riquezas nas mãos de poucos, quando para a maioria falta o necessário. Que, as lideranças cristãs têm a obrigação de pregarem a justiça social, de dizerem claramente que o direito aos bens materiais, assim como aos templos edificados, ao dinheiro das contribuições e aos bens doados, deve se subordinar, pela nossa lei (Código Civil), à função social da propriedade e, pelo Evangelho, às regras da caridade que auxilia, renova e resgata a vida das pessoas. Pensamento da Semana: “Eu santifiquei esta casa que me edificaste, para nela estabelecer para sempre o meu nome, e nela estarão sempre os meus olhos e o meu coração” (I Reis 9,3).
Cesar Techio Advogado – Economista - cesartechio@Yahoo.com.br
As desigualdades sociais constatadas nas gritantes e abismais diferenças entre os vários setores da economia, entre o meio urbano bem estruturado e atendido pelos serviços públicos e os cinturões de miséria e afavelamentos que rodeiam as cidades, são inaceitáveis, sob as luzes do cristianismo autêntico, depositário da fé e de princípios espirituais perenes. A pobreza evangélica que se contenta com pouco pode até ser uma virtude, mas nada tem a ver com a miséria, a fome e a humilhação que bate nas portas dos endividados, os quais, face a crise do capitalismo, não conseguem honrar seus compromissos ou até mesmo sobreviver com dignidade. Uma justa e correta distribuição de riquezas, se opõe à concentração de renda excessiva, na qual muito se deposita nas mãos de poucos e nada nas mãos da maioria. A presença de cristãos no corpo social exige uma atenção muito especial às mazelas que atingem cada família, cada trabalhador, cada jovem, mergulhados na desproporção estridente entre a evidente miséria e o hiper-consumo das minorias privilegiadas.
Esta atenção deve considerar e colaborar para com que o materialismo e a ostentação, não se sobreponham aos direitos fundamentais da pessoa humana lapidados na nossa Constituição Federal e no próprio Evangelho de Jesus Cristo. Ou seja, não é aceitável subordinar os valores e princípios humanistas, que se constituem na base da mensagem bíblica e no alicerce do Direito Natural, a exclusivos elementos de ordem material, financeira e de consumo. Segundo Leonardo Boff, em seus artigos semanalmente publicados na imprensa, o nosso sistema não tem lastro ou fundamento na cooperação e na economia solidária e fraterna. É “cada um por si e Deus por todos” ou, “salve-se quem puder”. E pior, todas as relações sociais e familiares ocorrem no plano econômico. Os que possuem condições se relacionam com seus filhos, quase que exclusivamente no plano material. Os que não possuem condições financeiras ressentem-se, do mesmo modo, das carências materiais e, neste contexto são geradas as frustrações, brigas e humilhações. Não é por nada que nossa juventude se queda nas drogas e a sociedade marginalizada se atira na violência que enche as cadeias e presídios do país.
Mas, devemos ter presente em nossa consciência e em nosso coração, que a doutrina cristã exige oposição a esta realidade e que somente ela tem condições para sanar estes males; somente ela perfila em perfeita concordância, as exigências de justiça social e de caridade a uma ordem sócio-econômica justa que, ao invés de oprimir e isolar, une os homens e estes frutificam no amor uns para com os outros. Da pós-graduação em cooperativismo, ainda ao tempo da Unisinos, permanece a convicção de que o modelo econômico cristão autêntico é o da cooperação e da solidariedade. Que, o capitalismo financeiro desenfreado concentra todo o sangue das riquezas nas mãos de poucos, quando para a maioria falta o necessário. Que, as lideranças cristãs têm a obrigação de pregarem a justiça social, de dizerem claramente que o direito aos bens materiais, assim como aos templos edificados, ao dinheiro das contribuições e aos bens doados, deve se subordinar, pela nossa lei (Código Civil), à função social da propriedade e, pelo Evangelho, às regras da caridade que auxilia, renova e resgata a vida das pessoas. Pensamento da Semana: “Eu santifiquei esta casa que me edificaste, para nela estabelecer para sempre o meu nome, e nela estarão sempre os meus olhos e o meu coração” (I Reis 9,3).
terça-feira, 28 de abril de 2009
A IGREJA DE JESUS
Cesar Techio
Economista – Advogado cesartechio@Yahoo.com.br
Economista – Advogado cesartechio@Yahoo.com.br
Superado os tempos pueris e adentrado a pré-adolescência, a inserção no seminário franciscano me permitiu defrontar duas concepções básicas de vida no mundo: a cristã e a agnóstica (daqueles que não acreditam). Durante o período universitário, das faculdades de Economia e Direito, saturadas de conceitos materialistas, não cedi ao apelo de propostas marxistas muito menos reduzi minha formação intelectual a uma exclusiva dimensão social, jurídica e financeira. Os conceitos teóricos e filosóficos não foram capazes de submeter meus valores morais e espirituais exclusivamente à realidade econômica e de ordem temporal. Enfim, a convicção de que o homem é criatura de Deus e não Deus uma criação do homem me ajudou a andar por entre livros, ideologias e filosofias, sem trair a minha fé.
Homens e mulheres esclarecidos sabem que os valores materiais não constituem a infra-estrutura desta nossa sociedade. Sabem que o único sentido verdadeiro desta nossa vida passageira, se firma no primado do espírito. Sabem que para a solução de discórdias, basta olhar para a escala de valores que orienta a nossa vida cristã, e perceber que lá, no vértice, encontra-se Jesus. O estudo, o esclarecimento e a própria ciência devem capacitar, na graça de Deus, homens inflexíveis e poderosos a enxergar Jesus no vértice de suas vidas e a entenderem que não é possível carregar a bíblia numa mão e um revólver na outra; que não é justo contribuir com o projeto do Salvador com a mão direita, sob censura da mão esquerda; que não é certo pregar o amor de Deus e fomentar no dia a dia, o ódio e a divisão entre irmãos cristãos.
Deus tem os seus caminhos. Ele nos utiliza de várias formas. Olhando o caminho percorrido, nem sempre entendemos o que ele pretendeu com o nosso agir. Por isso é necessário perscrutar a obra e as vidas que pelo evangelho vão sendo recuperadas, o resultado daquilo que ajudamos a construir e que verdadeiramente resgata pessoas e famílias. A igreja de Jesus não pertence a esta ou aquela instituição, a este ou aquele pastor, àquele ou a este benfeitor ou doador. Não é monopólio da igreja católica, adventista, evangélica, pentecostal ou outras. A igreja de Jesus são as pessoas que acreditam e são salvas pela graça do Espírito Santo. E, contribuir para que isso aconteça, não deve perturbar nosso coração. A submissão de valores espirituais ao direito positivo, às leis não inspiradas no Direito natural (lei lapidada por Deus no coração do homem) se constitui num erro trágico sob o ponto de vista da mensagem bíblica. A verdade é que, maledicências desnaturam a missão, definham a autoridade, esvaziam a doutrina, distorcem a visão do povo e atrofia a confiança em quem escandaliza. Enfim, a necessidade de espírito fraternal nas relações interconfessionais deve, primordialmente, ocorrer dentro de uma visão teológico-pastoral como exigência imprescindível de vivência na fé e exemplo capaz de motivar os cristãos.
O homem assemelha-se a um vírus maligno que vem acabando com a terra, com os recursos naturais e, dentro de seu espírito belicoso, sempre se levanta contra seus semelhantes, mesmo quando por estes não é atacado. Por isso, a missão de paz das igrejas e de seus líderes espirituais é de interesse social, na medida em que se apresentam como eficaz instrumento pedagógico em prol da pacificação social. Neste contexto, ataques desdenhosos contra padres, pastores e igrejas de Jesus Cristo são nefandos na medida em que subvertem a própria doutrina que exorta para o perdão, o amor incondicional e, principalmente, para a caridade com aqueles que participam das comunidades cristãs e que, ardentemente desejam a salvação.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
"SINDICALISMO E CRISE: AUTOGESTÃO"
“SINDICALISMO E CRISE: AUTOGESTÃO”
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Diante da grave e atual crise econômica, os sindicatos e organizações representativas da classe trabalhadora possuem nas mãos uma oportunidade histórica para intensificar incentivos e concretamente dar suporte à constituição de empresas autogestionadas. Empresas em concordata ou em situação falimentar podem, após estudos de viabilidade, ser transferidas para os próprios trabalhadores, que passariam, dentro da estrutura de poder, a assumirem a posição de acionistas majoritários. Com dívidas normalmente maiores do que o valor dos bens, estas empresas tornam-se, inicialmente, um problema para os novos donos, todavia, ao incorporar trabalho ao capital, as experiências de que se tem notícia, de regra são positivas, no sentido da viabilização financeira, com boas taxas de crescimento econômico a médio prazo.
De regra a capitalização pode ser realizada pelo passivo trabalhista ou desembolsado pelos trabalhadores através de percentual mensal deduzido do salário, a fim de quitar financiamentos de longo prazo a juros compatíveis com a atividade produtiva. No início o capital de giro pode ser constituído pelos produtos e estoques de matéria prima já existente, produtos semi-acabados, etc. ou desconto de duplicatas inter-empresarial já que os juros bancários são proibitivos. No Brasil existem várias experiências exitosas em autogestão, nas quais se observa que os trabalhadores estimulados pela nova condição de gestores, dão tudo de si e, de regra, viabilizam o negócio. Não raras vezes, os antigos proprietários são mantidos frente ao negócio na condição de gerentes ou consultores.
Milhares de empresas se encontram deterioradas e é do interesse dos próprios empresários obterem novos sócios como alternativa a um maior endividamento, a derrocada definitiva do negócio e como forma de se manterem no mercado. As perdas de postos de trabalho são noticiadas diuturnamente na televisão e mostram o desespero de pais de família descartados do mercado de trabalho devido a incapacidade conjuntural da economia em absorver mão-de-obra. Aliado a estes aspectos, o baixo desempenho econômico e alterações estruturais na maneira de produzir bens e serviços, traduzem um quadro de miséria que rapidamente contamina todas as classes sociais. Diante destes horizontes, os sindicatos devem urgentemente migrar da combativa postura de cobranças, reivindicações e greves para um urgentíssimo planejamento destinado a inserção dos trabalhadores no controle acionário de empresas autogestionadas.
No início as dificuldades são enormes (organização, capitalização, absorção da idéia de passar de empregado para patrão, etc.). Mas, a necessidade de se manter a atividade laboral e a própria sobrevivência, realmente deve fazer com que os sindicatos e demais organizações, passem a adotar o modelo de autogestão como derradeira alternativa para sobrevivência da classe trabalhadora. Pensamento da semana: “As experiências autogestionárias representam, diante do contexto atual de crise e desemprego, alternativas sociais e econômicas de sobrevivência, inclusão social, resgate da cidadania e de práticas coletivistas, solidárias e democráticas de produção.” (Valeska Nahas Guimarães e outros. UFSC: “Autogestão em Santa Catarina: Uma Tecnologia Social Emergente”).
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Diante da grave e atual crise econômica, os sindicatos e organizações representativas da classe trabalhadora possuem nas mãos uma oportunidade histórica para intensificar incentivos e concretamente dar suporte à constituição de empresas autogestionadas. Empresas em concordata ou em situação falimentar podem, após estudos de viabilidade, ser transferidas para os próprios trabalhadores, que passariam, dentro da estrutura de poder, a assumirem a posição de acionistas majoritários. Com dívidas normalmente maiores do que o valor dos bens, estas empresas tornam-se, inicialmente, um problema para os novos donos, todavia, ao incorporar trabalho ao capital, as experiências de que se tem notícia, de regra são positivas, no sentido da viabilização financeira, com boas taxas de crescimento econômico a médio prazo.
De regra a capitalização pode ser realizada pelo passivo trabalhista ou desembolsado pelos trabalhadores através de percentual mensal deduzido do salário, a fim de quitar financiamentos de longo prazo a juros compatíveis com a atividade produtiva. No início o capital de giro pode ser constituído pelos produtos e estoques de matéria prima já existente, produtos semi-acabados, etc. ou desconto de duplicatas inter-empresarial já que os juros bancários são proibitivos. No Brasil existem várias experiências exitosas em autogestão, nas quais se observa que os trabalhadores estimulados pela nova condição de gestores, dão tudo de si e, de regra, viabilizam o negócio. Não raras vezes, os antigos proprietários são mantidos frente ao negócio na condição de gerentes ou consultores.
Milhares de empresas se encontram deterioradas e é do interesse dos próprios empresários obterem novos sócios como alternativa a um maior endividamento, a derrocada definitiva do negócio e como forma de se manterem no mercado. As perdas de postos de trabalho são noticiadas diuturnamente na televisão e mostram o desespero de pais de família descartados do mercado de trabalho devido a incapacidade conjuntural da economia em absorver mão-de-obra. Aliado a estes aspectos, o baixo desempenho econômico e alterações estruturais na maneira de produzir bens e serviços, traduzem um quadro de miséria que rapidamente contamina todas as classes sociais. Diante destes horizontes, os sindicatos devem urgentemente migrar da combativa postura de cobranças, reivindicações e greves para um urgentíssimo planejamento destinado a inserção dos trabalhadores no controle acionário de empresas autogestionadas.
No início as dificuldades são enormes (organização, capitalização, absorção da idéia de passar de empregado para patrão, etc.). Mas, a necessidade de se manter a atividade laboral e a própria sobrevivência, realmente deve fazer com que os sindicatos e demais organizações, passem a adotar o modelo de autogestão como derradeira alternativa para sobrevivência da classe trabalhadora. Pensamento da semana: “As experiências autogestionárias representam, diante do contexto atual de crise e desemprego, alternativas sociais e econômicas de sobrevivência, inclusão social, resgate da cidadania e de práticas coletivistas, solidárias e democráticas de produção.” (Valeska Nahas Guimarães e outros. UFSC: “Autogestão em Santa Catarina: Uma Tecnologia Social Emergente”).
quarta-feira, 8 de abril de 2009
"SADIA. NOSSA EMPRESA, NOSSA VIDA"
SADIA. NOSSA EMPRESA, NOSSA VIDA”
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
No transpor da década de 70 para 80, a linguagem de programação estruturada
Pascal foi a adotada para a projeção da economia paranaense para os
próximos dez anos, numa proposta acadêmica da disciplina de econometria. Era
o tempo da Texas Instrumental 51 e os cálculos eram quase manuais, com
perfuração de cartões para leitura do enorme computador da UFPR. Guardei o
trabalho do Curso de Economia e nele a série histórica de dados, as
variáveis endógenas e exógenas e a projeção para produção agrícola para a
década seguinte, com uma mínima margem de erro. Estudos similares, com a
tecnologia atual são fáceis de desenvolver, de forma que fico estupefato
diante das dificuldades das empresas em investir na contratação de bons
economistas para o desenvolvimento de pesquisas similares e de controle
financeiro, fundamentais para a adoção de estratégias empresariais a médio e
longo prazo.
Um bom departamento de estudos econômicos recomendaria, diante da
volatilidade do mercado de ações, concentração de esforços e investimentos,
exclusivamente dentro da atividade de origem da empresa, privilegiando a
vocação natural para a qual foi criada. Conjugando-se o modelo empresarial
originário às estimativas de investimentos dentro da mesma matriz de
produção, a conquista de solidez e segurança permanente deve ser um objetivo
que não pode ser desprezado. Neste contexto, uma visão incessante e
contínua voltada para as perspectivas dos fundadores deve acompanhar de
forma reflexiva e comprometida as decisões dos atuais administradores, sobre
os próximos passos, investimentos e estratégias. As projeções pessoais dos
fundadores, mais do que simples cálculos em busca de lucro, contemplavam um
especial cuidado para com a minimização dos riscos. Insisto, a implantação
de um bom departamento de economia interno é decisivo para o controle
financeiro e para que os investimentos sejam seguros. De nada adianta um
super controle da atividade operacional sem um eficaz sistema que impeça
perdas. Acresce a isso, diante da atual crise, o fato de que um departamento
de pesquisa, comandado por economistas, apontaria para esforços no sentido
de não se permitir a desnacionalização de empresas genuinamente brasileiras.
A empresa Sadia e Perdigão, face o empobrecimento causado por erros de
perspectivas que podem comprometer suas próprias sobrevivências, deveriam
concretizar, de uma vez por todas, a união, o que as permitiria sobreviver
como a maior empresa do gênero do mundo. Para viabilizar o negócio, o
governo teria a obrigação moral de ingressar com todo o dinheiro necessário
para capitalizar estas empresas, inclusive se associado a elas se
necessário. Basta considerar que agroindústrias, segundo Roque Lauschner
(“Agroindústria como Fator de Fortalecimento do Setor Rural”) são as que
mais agregam valor aos produtos, mais geram empregos, impostos e
desenvolvimento humano. Ou será que o dinheiro do Fundo de Amparo ao
Trabalhador (FAT), via BNDES, somente serve para financiar o pagamento de
multas por trabalho degradante de usinas de açúcar? Ou para salvar bancos
falidos, como ocorreu no passado? *Pensamento da semana: **“A Sadia é a
alma e a vida de Concórdia. O município cresceu e se desenvolveu graças a
ela e ao seu fundador.” Nesta Páscoa peçamos a Deus pela superação rápida e
plena desta empresa
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
No transpor da década de 70 para 80, a linguagem de programação estruturada
Pascal foi a adotada para a projeção da economia paranaense para os
próximos dez anos, numa proposta acadêmica da disciplina de econometria. Era
o tempo da Texas Instrumental 51 e os cálculos eram quase manuais, com
perfuração de cartões para leitura do enorme computador da UFPR. Guardei o
trabalho do Curso de Economia e nele a série histórica de dados, as
variáveis endógenas e exógenas e a projeção para produção agrícola para a
década seguinte, com uma mínima margem de erro. Estudos similares, com a
tecnologia atual são fáceis de desenvolver, de forma que fico estupefato
diante das dificuldades das empresas em investir na contratação de bons
economistas para o desenvolvimento de pesquisas similares e de controle
financeiro, fundamentais para a adoção de estratégias empresariais a médio e
longo prazo.
Um bom departamento de estudos econômicos recomendaria, diante da
volatilidade do mercado de ações, concentração de esforços e investimentos,
exclusivamente dentro da atividade de origem da empresa, privilegiando a
vocação natural para a qual foi criada. Conjugando-se o modelo empresarial
originário às estimativas de investimentos dentro da mesma matriz de
produção, a conquista de solidez e segurança permanente deve ser um objetivo
que não pode ser desprezado. Neste contexto, uma visão incessante e
contínua voltada para as perspectivas dos fundadores deve acompanhar de
forma reflexiva e comprometida as decisões dos atuais administradores, sobre
os próximos passos, investimentos e estratégias. As projeções pessoais dos
fundadores, mais do que simples cálculos em busca de lucro, contemplavam um
especial cuidado para com a minimização dos riscos. Insisto, a implantação
de um bom departamento de economia interno é decisivo para o controle
financeiro e para que os investimentos sejam seguros. De nada adianta um
super controle da atividade operacional sem um eficaz sistema que impeça
perdas. Acresce a isso, diante da atual crise, o fato de que um departamento
de pesquisa, comandado por economistas, apontaria para esforços no sentido
de não se permitir a desnacionalização de empresas genuinamente brasileiras.
A empresa Sadia e Perdigão, face o empobrecimento causado por erros de
perspectivas que podem comprometer suas próprias sobrevivências, deveriam
concretizar, de uma vez por todas, a união, o que as permitiria sobreviver
como a maior empresa do gênero do mundo. Para viabilizar o negócio, o
governo teria a obrigação moral de ingressar com todo o dinheiro necessário
para capitalizar estas empresas, inclusive se associado a elas se
necessário. Basta considerar que agroindústrias, segundo Roque Lauschner
(“Agroindústria como Fator de Fortalecimento do Setor Rural”) são as que
mais agregam valor aos produtos, mais geram empregos, impostos e
desenvolvimento humano. Ou será que o dinheiro do Fundo de Amparo ao
Trabalhador (FAT), via BNDES, somente serve para financiar o pagamento de
multas por trabalho degradante de usinas de açúcar? Ou para salvar bancos
falidos, como ocorreu no passado? *Pensamento da semana: **“A Sadia é a
alma e a vida de Concórdia. O município cresceu e se desenvolveu graças a
ela e ao seu fundador.” Nesta Páscoa peçamos a Deus pela superação rápida e
plena desta empresa
quinta-feira, 2 de abril de 2009
“MINHA CASA, MINHA VIDA”
“MINHA CASA, MINHA VIDA”
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Um senhor, a espera do destino, em sua vetusta pompa cadavérica, ao cumprimentar um desafeto fortuito, pergunta: “Como vai? Conforme o vento?” Extraído da vida real, dos contos de “Diário de Bordo”, passei a meditar sobre o ódio recôndito que alimenta e impulsiona nebulosos e tartamudos viventes, eternos e amargos oposicionistas a tudo e a todos que encontram pela frente. Que infrutuosa postura e improdutiva infelicidade diante da vida tão pródiga em oportunidades para amar. Daí a viagem por Fernando Campanella, um conselho inadiável: “Tenta te orientar pelo calendário das flores, esquece, por um momento, os números, a semana, o dia de teu nascimento. Se conseguires ser leve, aproveita, enche tuas malas de sonho e toma carona no vento.”
É nesta lufada de vento oxigenado, de sonhos e de amor à população brasileira, que se orienta o governo Lula, sem prestar atenção à oposição, na qual pululam senhores do gênero, mal humorados, mal educados, inoperantes sempre dispostos a atacar bons projetos daqueles que efetivamente concretizam ideais de justiça, de distribuição de renda e de construção de uma sociedade mais igualitária e fraterna.
Programa reconhecido por organismos internacionais, como modelo eficiente de política pública para a inclusão social, ao combate a miséria, à geração de renda e a desigualdade social, o Bolsa Família vem agora reforçado pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", que tem como objetivo construir um milhão de moradias para famílias com renda de até dez salários mínimos. O investimento, MP 459-2009 tramitando em caráter de urgência no Congresso Nacional (http://www2.camara.gov.br/proposicoes), gira em torno de trinta e quatro bilhões. O valor máximo de cada casa financiada será de 130 mil reais e a parcela mínima, para famílias sem renda, é de 50 reais. O programa pretende diminuir o déficit habitacional, que é de 7,2 milhões de moradia, em 14% (quatorze por centro) e financia desde a compra do terreno à construção da infra-estrutura de água e esgoto, dando condições para entrada de energia elétrica. A oposição taxa o Bolsa Família, como o maior programa oficial de compra de votos. E já começou a taxar o programa “Minha Casa, Minha Vida”, como projeto eleitoreiro. Por ocasião do lançamento do programa, Dilma textualmente afirmou: ”Achamos que todos os bons programas do governo foram sempre acusados de serem eleitorais”.
Eis aí, o nó górdio da questão. A oposição deveria abandonar os discursos inférteis, infecundos de sempre, e embarcar no relógio das flores, procurando contribuir de forma concreta quanto ao mérito dos bons projetos do governo, estes que já são importados por outros países. O relógio das flores, é bom observar, não aponta o presente como tempo eleitoral, mas como tempo de coerência, de solidariedade e de efetiva distribuição de renda, bem na linha dos programas do atual governo que de fato se envolve com as necessidades do povo e executa projetos importantíssimos para a população de baixa renda. A isso se chama justiça social e é a favor dela que o vento assopra. Pensamento da semana: Tu me dizes, eu esqueço. Tu me ensinas, eu lembro. Tu me envolves, eu aprendo. (Benjamim Franklin).
Cesar Techio
Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Um senhor, a espera do destino, em sua vetusta pompa cadavérica, ao cumprimentar um desafeto fortuito, pergunta: “Como vai? Conforme o vento?” Extraído da vida real, dos contos de “Diário de Bordo”, passei a meditar sobre o ódio recôndito que alimenta e impulsiona nebulosos e tartamudos viventes, eternos e amargos oposicionistas a tudo e a todos que encontram pela frente. Que infrutuosa postura e improdutiva infelicidade diante da vida tão pródiga em oportunidades para amar. Daí a viagem por Fernando Campanella, um conselho inadiável: “Tenta te orientar pelo calendário das flores, esquece, por um momento, os números, a semana, o dia de teu nascimento. Se conseguires ser leve, aproveita, enche tuas malas de sonho e toma carona no vento.”
É nesta lufada de vento oxigenado, de sonhos e de amor à população brasileira, que se orienta o governo Lula, sem prestar atenção à oposição, na qual pululam senhores do gênero, mal humorados, mal educados, inoperantes sempre dispostos a atacar bons projetos daqueles que efetivamente concretizam ideais de justiça, de distribuição de renda e de construção de uma sociedade mais igualitária e fraterna.
Programa reconhecido por organismos internacionais, como modelo eficiente de política pública para a inclusão social, ao combate a miséria, à geração de renda e a desigualdade social, o Bolsa Família vem agora reforçado pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", que tem como objetivo construir um milhão de moradias para famílias com renda de até dez salários mínimos. O investimento, MP 459-2009 tramitando em caráter de urgência no Congresso Nacional (http://www2.camara.gov.br/proposicoes), gira em torno de trinta e quatro bilhões. O valor máximo de cada casa financiada será de 130 mil reais e a parcela mínima, para famílias sem renda, é de 50 reais. O programa pretende diminuir o déficit habitacional, que é de 7,2 milhões de moradia, em 14% (quatorze por centro) e financia desde a compra do terreno à construção da infra-estrutura de água e esgoto, dando condições para entrada de energia elétrica. A oposição taxa o Bolsa Família, como o maior programa oficial de compra de votos. E já começou a taxar o programa “Minha Casa, Minha Vida”, como projeto eleitoreiro. Por ocasião do lançamento do programa, Dilma textualmente afirmou: ”Achamos que todos os bons programas do governo foram sempre acusados de serem eleitorais”.
Eis aí, o nó górdio da questão. A oposição deveria abandonar os discursos inférteis, infecundos de sempre, e embarcar no relógio das flores, procurando contribuir de forma concreta quanto ao mérito dos bons projetos do governo, estes que já são importados por outros países. O relógio das flores, é bom observar, não aponta o presente como tempo eleitoral, mas como tempo de coerência, de solidariedade e de efetiva distribuição de renda, bem na linha dos programas do atual governo que de fato se envolve com as necessidades do povo e executa projetos importantíssimos para a população de baixa renda. A isso se chama justiça social e é a favor dela que o vento assopra. Pensamento da semana: Tu me dizes, eu esqueço. Tu me ensinas, eu lembro. Tu me envolves, eu aprendo. (Benjamim Franklin).
segunda-feira, 30 de março de 2009
FORMATURA
“FORMATURA”
Cesar Techio
Economista – Advogado cesartechio@Yahoo.com.br
Alguns anos me separam das circunspectas e sóbrias formaturas de Direito da Unisinos sob atmosfera jesuíta, das atuais e resplandecentes formaturas higt tech, bem articuladas por empresas especializadas que trabalham com o que tem de melhor em impacto sonoro e visual, como por exemplo a Activa, que proporcionou um espetáculo inimaginável, no Centro de Eventos, por ocasião da Formatura da Turma de Direito Professora Elenara Pôrto e Silva Machado. Advogado de grandeza estelar, o Paraninfo da Turma, Professor Paulo Rogério de Souza Milléo, em sua oratória atrelou ao conhecimento do Direito a necessidade de vasto conhecimento multidisciplinar (medicina, contabilidade, administração, psicologia, arquitetura, engenharia, entre outras), sem descurar das exigências éticas que fazem do advogado paradigma e baluarte na defesa dos direitos constitucionais, dos direitos dos cidadãos e do patrimônio público e privado.
O patrono, Professor Marco Antonio Uliano, juntamente com os professores homenageados, Jandir Ademar Schmidt (Coordenador do Curso e motriz da turma), Emílio Gilmar Guerreiro, José de Oliveira, Dilso José da Silva e Rogério Garcia Mesquita, paramentados para a jubilosa noite, abrilhantaram de forma ímpar o coração dos novéis bacharéis, sendo eles fiéis fiadores de um futuro promissor e de sucesso. O amigo da Turma, Professor Clomir Ernesto Badalotti não escondia sua alegria e auguro sincero pelo êxito profissional aos amados alunos, de quem se despedia. O discurso do formando Mateus Teixeira, ao lembrar os entes amados que partiram e do quanto desejaríamos que conosco estivessem, foi coroado pelo manto da mais profunda gratidão, saudade e emoção por parte de todos os presentes. Enfim, a espetacular formatura chancelou o propósito de uma nova universidade que se orgulha de seu corpo docente e discente e que se compromete com a qualidade de ensino e eficiência de resultados.
Vencida as festas, o inevitável encontro com a realidade. A complexa e necessária prova da OAB e depois, o início do travo amargo da advocacia; o mar encapelado das dificuldades do dia a dia; a imprescindível destreza no manusear o conhecimento acadêmico; a mente atilada no embate jurídico; as vitórias; as derrotas. Se for verdade que o curso de Direito não garante êxito na profissão, não menos verdade é que o exercício da advocacia não se compraz com a frouxidão, preguiça no estudo que deve ser constante, moleza e medo na defesa de direitos, ausência de acuidade frente a traições, falta de ideal para manter a espinha ereta nos momentos mais difíceis, fraqueza no braço contra os poderosos de plantão.
O perfil do advogado não se compraz com meio termo e covardia no enfrentamento. Tem algo a ver o que escreve Martha Medeiros: “Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.” (trecho de O Divã). Felicitações para Turma de Direito Professora Elenara Pôrto e Silva Machado; que seus membros sejam muito felizes e se realizem como grandes operadores do Direito. Pensamento da semana: "Apenas sentem-se agredidos aqueles que te invejam.” (ainda Martha Medeiros).
Cesar Techio
Economista – Advogado cesartechio@Yahoo.com.br
Alguns anos me separam das circunspectas e sóbrias formaturas de Direito da Unisinos sob atmosfera jesuíta, das atuais e resplandecentes formaturas higt tech, bem articuladas por empresas especializadas que trabalham com o que tem de melhor em impacto sonoro e visual, como por exemplo a Activa, que proporcionou um espetáculo inimaginável, no Centro de Eventos, por ocasião da Formatura da Turma de Direito Professora Elenara Pôrto e Silva Machado. Advogado de grandeza estelar, o Paraninfo da Turma, Professor Paulo Rogério de Souza Milléo, em sua oratória atrelou ao conhecimento do Direito a necessidade de vasto conhecimento multidisciplinar (medicina, contabilidade, administração, psicologia, arquitetura, engenharia, entre outras), sem descurar das exigências éticas que fazem do advogado paradigma e baluarte na defesa dos direitos constitucionais, dos direitos dos cidadãos e do patrimônio público e privado.
O patrono, Professor Marco Antonio Uliano, juntamente com os professores homenageados, Jandir Ademar Schmidt (Coordenador do Curso e motriz da turma), Emílio Gilmar Guerreiro, José de Oliveira, Dilso José da Silva e Rogério Garcia Mesquita, paramentados para a jubilosa noite, abrilhantaram de forma ímpar o coração dos novéis bacharéis, sendo eles fiéis fiadores de um futuro promissor e de sucesso. O amigo da Turma, Professor Clomir Ernesto Badalotti não escondia sua alegria e auguro sincero pelo êxito profissional aos amados alunos, de quem se despedia. O discurso do formando Mateus Teixeira, ao lembrar os entes amados que partiram e do quanto desejaríamos que conosco estivessem, foi coroado pelo manto da mais profunda gratidão, saudade e emoção por parte de todos os presentes. Enfim, a espetacular formatura chancelou o propósito de uma nova universidade que se orgulha de seu corpo docente e discente e que se compromete com a qualidade de ensino e eficiência de resultados.
Vencida as festas, o inevitável encontro com a realidade. A complexa e necessária prova da OAB e depois, o início do travo amargo da advocacia; o mar encapelado das dificuldades do dia a dia; a imprescindível destreza no manusear o conhecimento acadêmico; a mente atilada no embate jurídico; as vitórias; as derrotas. Se for verdade que o curso de Direito não garante êxito na profissão, não menos verdade é que o exercício da advocacia não se compraz com a frouxidão, preguiça no estudo que deve ser constante, moleza e medo na defesa de direitos, ausência de acuidade frente a traições, falta de ideal para manter a espinha ereta nos momentos mais difíceis, fraqueza no braço contra os poderosos de plantão.
O perfil do advogado não se compraz com meio termo e covardia no enfrentamento. Tem algo a ver o que escreve Martha Medeiros: “Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.” (trecho de O Divã). Felicitações para Turma de Direito Professora Elenara Pôrto e Silva Machado; que seus membros sejam muito felizes e se realizem como grandes operadores do Direito. Pensamento da semana: "Apenas sentem-se agredidos aqueles que te invejam.” (ainda Martha Medeiros).
terça-feira, 17 de março de 2009
UNC: UNIFICAÇÃO OU AUTONOMIA ?
UNC: UNIFICAÇÃO OU AUTONOMIA ?
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@yahoo.com
Existem várias situações que devem ser consideradas no caso da unificação da UNC. Uma delas, diz respeito às informações de auditoria de posição financeira e econômica de cada um dos cinco Campus Universitários, em especial sobre o tamanho do passivo oculto (contenciosos trabalhistas, ações previdenciárias e fiscais, etc.) Afinal, de quanto é o rombo de cada um dos cinco Campus? Outra complexidade se refere a concessão de filantropia. Concórdia teve a sua filantropia reconhecida por decreto presidencial e Caçador provavelmente seguirá no mesmo rumo. Entretanto, Mafra jamais pleiteou a filantropia na medida em que sempre recolheu a parte patronal e demais impostos pertinentes. Canoinhas e Curitibanos, apesar de solicitarem a filantropia, não a obtiveram e, por isso foram autuadas pelo fisco. Ao invés de contestarem judicialmente essas autuações do INSS, fizeram acerto reconhecendo a dívida, portanto estão pagando e, por tabela, reconhecem que não são filantrópicas.
São vários CGCs. Cinco Campos universitários mais o CGC da Reitoria, que se localiza na cidade de Caçador. Concórdia e Caçador foram beneficiadas pelo reconhecimento da filantropia. Os outros três Campus e a Reitoria, não. Como ficaria a unificação, com os Campus de Canoinhas e Curitibanos que reconheceram que não são filantrópicos, na medida em que acordaram o parcelamento da dívida com o INSS? E o caso de Mafra, que sempre recolheu e pagou mensalmente os impostos, com isso deixando claro que não se trata de entidade filantrópica? É bom lembrar, que a unificação acadêmica já existe, através do CGC da Reitoria. Ocorre que este CGC, (ou seja, a empresa), foi constituída após a promulgação da Constituição de 1988 e o problema, quer me parecer, reside na ausência de filantropia relativamente a ela, Reitoria, que é a mantenedora da Fundação Universidade do Contestado. Não podemos deslembrar que, a Reitoria foi constituída por cinco Campus, estes (Concórdia, Caçador, Canoinhas, Curitibanos e Mafra), foram criados por leis municipais e reconhecidos pelos respectivos municípios os quais autorizaram a cedência dos bens corpóreos e incorpóreos. Mas é claro, o CGC da Reitoria tem natureza jurídica privada, assim como os Campus Universitários. Mas, se a natureza é privada, o caráter é público, na medida em que o patrimônio de todos, teve origem pública, a partir dos municípios instituidores. Desta realidade resta a pergunta: Qual a herança que a UNC Concórdia obterá, por parte dos outros Campus Universitários, num processo de Unificação? Uma unificação envolve bônus e ônus (um casamento é compromisso na tristeza e na alegria).
Doutra banda, não se pode descurar, que a unificação enxugaria custos. Ao invés de cinco presidentes, cinco diretores administrativos, cinco diretores acadêmicos, cinco contabilidades, cinco estruturas administrativas, somente existiria uma. Com a economia se poderiam ceder muito mais bolsas de estudo, até acima das exigências do governo. Outra opção seria o retorno ao sistema Feauc, com a necessidade de novo reconhecimento dos cursos pelo MEC (sempre preservando o direito adquirido). E se tudo ficasse como está, com a unificação acadêmica, que já existe, mas com autonomia administrativa? Na unificação, a idéia de faculdade pública mantida pelo município de Concórdia e outros municípios da microrregião, com faculdade municipal ou microrregional pública (AMAUC), iria para o espaço. A pergunta é: Será que os municípios estariam dispostos a arcar com um custo médio mensal de um milhão e duzentos mil reais para manter uma faculdade pública? Como se vê, as dúvidas são muitas.
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@yahoo.com
Existem várias situações que devem ser consideradas no caso da unificação da UNC. Uma delas, diz respeito às informações de auditoria de posição financeira e econômica de cada um dos cinco Campus Universitários, em especial sobre o tamanho do passivo oculto (contenciosos trabalhistas, ações previdenciárias e fiscais, etc.) Afinal, de quanto é o rombo de cada um dos cinco Campus? Outra complexidade se refere a concessão de filantropia. Concórdia teve a sua filantropia reconhecida por decreto presidencial e Caçador provavelmente seguirá no mesmo rumo. Entretanto, Mafra jamais pleiteou a filantropia na medida em que sempre recolheu a parte patronal e demais impostos pertinentes. Canoinhas e Curitibanos, apesar de solicitarem a filantropia, não a obtiveram e, por isso foram autuadas pelo fisco. Ao invés de contestarem judicialmente essas autuações do INSS, fizeram acerto reconhecendo a dívida, portanto estão pagando e, por tabela, reconhecem que não são filantrópicas.
São vários CGCs. Cinco Campos universitários mais o CGC da Reitoria, que se localiza na cidade de Caçador. Concórdia e Caçador foram beneficiadas pelo reconhecimento da filantropia. Os outros três Campus e a Reitoria, não. Como ficaria a unificação, com os Campus de Canoinhas e Curitibanos que reconheceram que não são filantrópicos, na medida em que acordaram o parcelamento da dívida com o INSS? E o caso de Mafra, que sempre recolheu e pagou mensalmente os impostos, com isso deixando claro que não se trata de entidade filantrópica? É bom lembrar, que a unificação acadêmica já existe, através do CGC da Reitoria. Ocorre que este CGC, (ou seja, a empresa), foi constituída após a promulgação da Constituição de 1988 e o problema, quer me parecer, reside na ausência de filantropia relativamente a ela, Reitoria, que é a mantenedora da Fundação Universidade do Contestado. Não podemos deslembrar que, a Reitoria foi constituída por cinco Campus, estes (Concórdia, Caçador, Canoinhas, Curitibanos e Mafra), foram criados por leis municipais e reconhecidos pelos respectivos municípios os quais autorizaram a cedência dos bens corpóreos e incorpóreos. Mas é claro, o CGC da Reitoria tem natureza jurídica privada, assim como os Campus Universitários. Mas, se a natureza é privada, o caráter é público, na medida em que o patrimônio de todos, teve origem pública, a partir dos municípios instituidores. Desta realidade resta a pergunta: Qual a herança que a UNC Concórdia obterá, por parte dos outros Campus Universitários, num processo de Unificação? Uma unificação envolve bônus e ônus (um casamento é compromisso na tristeza e na alegria).
Doutra banda, não se pode descurar, que a unificação enxugaria custos. Ao invés de cinco presidentes, cinco diretores administrativos, cinco diretores acadêmicos, cinco contabilidades, cinco estruturas administrativas, somente existiria uma. Com a economia se poderiam ceder muito mais bolsas de estudo, até acima das exigências do governo. Outra opção seria o retorno ao sistema Feauc, com a necessidade de novo reconhecimento dos cursos pelo MEC (sempre preservando o direito adquirido). E se tudo ficasse como está, com a unificação acadêmica, que já existe, mas com autonomia administrativa? Na unificação, a idéia de faculdade pública mantida pelo município de Concórdia e outros municípios da microrregião, com faculdade municipal ou microrregional pública (AMAUC), iria para o espaço. A pergunta é: Será que os municípios estariam dispostos a arcar com um custo médio mensal de um milhão e duzentos mil reais para manter uma faculdade pública? Como se vê, as dúvidas são muitas.
quarta-feira, 4 de março de 2009
LOUCOS. ABANDONADOS - PRA BAIXO DO TAPETE - OPOSICÃO ÀS CATÁSTROFES - ADEUS JUÍZES
LOUCOS. ABANDONADOS.
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Abortos, abandono de bebês, infanticídios, estes são os maiores crimes da humanidade. E, quem faz o mais, também faz o menos. Ou será que abandonar e atentar contra a vida de qualquer ser vivo tem alguma diferença, graduação, maior ou menor demérito? A legislação civil e criminal é específica e mais rigorosa com relação aos crimes cometidos contra a pessoa humana, assim como a legislação internacional e toda a noção de ética e moral, construída sob os fundamentos do direito natural. Com os animais, a construção legislativa, doutrinária e jurisprudencial dos países começou a tomar corpo recentemente.
Compaixão, pena, piedade, misericórdia, sentimentos básicos que todo o ser humano dotado de racionalidade e inteligência deveria ter, não acompanha o olhar desesperado de milhares de cães e gatos abandonados que perambulam pelas ruas de nossas cidades, abaixo de intempéries, cheios de bernes, pulgas, carrapatos, fome que lhes coroe o estômago até a morte. A maioria teve uma história de afeto em famílias, com crianças, carinho, alimento... Depois de velhos são dispensados.
Com eles também são descartados os sentimentos que carregam no peito marcado pelo amor que receberam, verdadeira extensão da convivência humana, marca indelével e personalíssima de cada pessoa com quem partilharam o teto. Os que deixam para trás seus companheiros e leais guardiões, não percebem que, o que vão abandonando, na realidade, não são os animais de estimação, mas a própria condição humana. A humanidade se perde e agrega-se aos abandonados, pois a eles pertence. E, os que os abandonam, transmudam-se em animais, ou melhor, em nada, pois o adjetivo, nestas circunstâncias, é ofensivo a espécie.
E assim é a nossa vidinha... vamos abandonando a quem cativamos. A primeira namorada por contingências justificáveis; os amigos pela distância insuperável; a esposa porque a vida a dois tornou-se num maldito inferno e a paciência em efêmera. Mas, estes, ainda são donos de seus destinos e cada qual pode nortear a vida, reconstruindo-a com outros amores, outros amigos.
Mas, quando se trata de seres indefesos... crianças, idosos, filhos... , cachorros, animais domésticos, a história é bem diferente. Existe adjetivo para um pai que abandona sua prole? De regra os filhos ficam com as mães: “que se danem”, pensam os irresponsáveis e loucos genitores. Pagar pensão digna? Para que? Que se alimentem da caridade alheia, das carestias e misérias das quais a vida é abundante.
E, se escrúpulos não possuem quando se trata dos próprios filhos..., o que pensar quando largam seus animais de estimação, sem qualquer hesitação, com a maior naturalidade, como se fosse a atitude mais normal e escorreita do mundo? Dor, todo ser vivo sente: o feto na barriga da mãe, o nascituro, o bebê, a criança, o adulto, o idoso..., a formiga esmagada. Dor, espanto, desespero, tristeza, sofrimento..., todo animal abandonado sente.
Estes, os que abandonam os filhos nos braços das mães, que largam seus cachorros e gatos pelos bairros e estradas distantes, que São Francisco, meu santo companheiro e amigo dos animais, ilumine suas cabeças de ferro e concreto. “Você é responsável por quem cativa”, dizia o Pequeno Príncipe. Que tenhamos amor em abundância para adotar crianças órfãs, pois onde come quatro, come cinco. E onde come cinco, sempre sobra para mais um vivente de quatro patas abandonado. "É preciso que haja qualquer coisa de flor em tudo isso." (Vinícius de Moraes).
"PRA BAIXO DO TAPETE"
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Existe uma forte intimidade entre a sujeira e o tapete. Em especial nas instituições, na política, nas amizades, etc. De regra ambos vivem juntos: a sujeira e o tapete, garantidos pelo jeitinho do "deixa prá - lá", do esconder, dissimular. E assim, os homens vão tocando sua vidinha na base do faz de conta: o professor faz de conta que ensina e os alunos que apreendem; os políticos que são honestos e a corja de bajuladores que acreditam na honestidade; os amigos da onça que são leais, e os traídos que confiam na lealdade.
Por trás de tudo, a conveniência dos homens em serem polidos, amáveis, e tentarem diuturnamente agradar e serem agradados por todos. Viver nesta pseudo-realidade implica em perceber, numa bela manhã de outono, que a vida passou como num filme de fantasia. Que nada foi verdadeiro, autêntico ou real. Viver com autenticidade, diante da complexa natureza humana exige forte determinação, clara opção por fazer o que é certo, fortaleza para resistir as seduções dos favores, das odiosas vantagens e privilégios. A um jantar retribuo com outro jantar; a um presente com outro; a uma garrafa de whisky com outra. Mas jamais com favores ilegais, antiéticos, condescendência, silencio e omissão diante de injustiças.
Para idealistas, tapinhas nas costas não funcionam. Mesmo assim, alguns se arriscam e acabam frustrados, incrédulos diante do fato de que, para homens cientes do seu dever, tanto elogios como críticas estão num mesmo patamar: Nada acrescentam, nada diminuem. Mas, no fundo, melhor mesmo é quando as águas se dividem e a bandeira das exigências éticas tremula ao vento, no alto das consciências idealistas, sem medo, arrostando oposições e valorizando as diferenças, na mesma linha pregada por um admirável e velho amigo, hoje Desembargador, e também pelo não menos velho MAO: "Eu sustento que, relativamente a nós, é mau se uma pessoa, partido político, exército ou escola, não é atacada pelo inimigo, pois, seguramente, isso significa que desceu ao nível do inimigo. É bom se somos atacados pelo inimigo, na medida em que isso prova que traçamos uma clara linha de demarcação entre nós e ele. E melhor ainda é se este nos ataca furiosamente, se nos pinta com as cores mais sombrias e sem a mais pequena virtude, na medida em que isso não só demonstra que traçamos uma clara linha de demarcação entre o inimigo e nós próprios, mas ainda que alcançamos um grande êxito no nosso trabalho." ( Mao Tse Tung, 26/06/1939, Tomo II).
Exagero? Vejam só o que Jesus andou dizendo: "Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra! Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra? Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer a divisão. Pois, daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; ficarão divididos: o pai contra o filho e o filho contra o pai; a mãe contra a filha e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora e a nora contra a sogra". Lc 12, 49-53. E por falar em incêndio... Leitor assíduo de Mao e do Novo Testamento, o senador Jarbas Vasconcelos, do PMDB ateou fogo no próprio partido acusando-o de corrupto e oportunista na caça de cargos; “que Renan Calheiros não tem moral para ser senador, muito menos líder do partido; que Jader Barbalho é bandalheiro e que a eleição de Sarney representa um retrocesso no reino da corrupção que impera no governo.” Para idealistas sujeira e tapete é uma combinação furada. Homenagens a Jonas Muraski pela extraordinária pregação em nossa célula cristã, semente da qual germinou esta reflexão.
“OPOSIÇÃO ÀS CATÁSTROFES”
Cesar Techio Economista – Advogados
cesartechio@Yahoo.com.br
Infelizmente não se podem eleger as últimas administrações municipais como modelos da arte de bem administrar o crescimento urbano da cidade. Todas as administrações, especialmente a petista, permitiram e continuam permitindo escavações em encostas cujas inclinações topográficas são superiores a 30º, bem por isso, altamente perigosas e atentatórias a segurança da vida dos concordienses.
No terreno vizinho ao Fórum, por exemplo, a escavação chega às raias do absurdo, numa inclinação de 90º, sendo que, no entremeio de precipícios criados por retro-escavadeiras, encontra-se encravada uma moradia. Logo acima, o mato devastado e casas residenciais. Na Rua Marechal Deodoro, acima da praça, outro barranco de arrepiar os cabelos. Em várias encostas da cidade loteamentos e inescrupulosas derrubadas de árvores compõem um quadro que prenuncia desastroso porvir, no qual crianças e famílias inteiras poderão ser soterradas em avalanches de lama.
Trata-se de um caos, uma vergonha sem precedentes, certamente autorizada por autoridades que desconhecem o conceito geológico denominado solifluxão; que dispensam o apoio da geotecnologia e da análise geológica imprescindível para tomadas de decisões; que desprezam informações sócio-econômicas e de diagnósticos e prognósticos da relação social com o meio ambiente e de seus efeitos futuros. As escavações e desmatamentos nos morros desta cidade são prenúncio de catástrofes.
Todavia, o voto popular não pode se transformar numa carta branca à insensibilidade, à burrice, ao equívoco de hoje, que aciona o gatilho da natureza cuja bala destroçará o futuro de nossos filhos e netos. Aos amados e incrédulos leitores, o convite para que façam um passeio dominical com suas famílias, pelas ruas situadas nas fronteiras de expansão urbana. Levem suas máquinas fotográficas e enviem fotos às autoridades: a) Ao prefeito municipal para que determine o fim desta farra irresponsável, proibindo imediatamente a expedição de autorizações para loteamentos e construções em encostas, com base no disposto na lei estadual 6063/82. Para que encaminhe à Câmara projeto de lei consoante o contido nos artigos 182 e 225 da Constituição Federal, no disposto no Estatuto da Cidade e na doutrina ambiental vigente no país. b) Ao Ministério Público para que proponha ajustes de conduta e ingresse com devida ação cível pública, rápida, urgente e necessária; c) Ao governo do Estado para que obrigue seus órgãos ambientais, sob pena de responsabilidade, a respeitarem o artigo 3º da lei estadual supra nominada.
Diante do silêncio das autoridades constituídas, a esperança talvez encontre porto seguro na nova estrutura oposicionista, sob as rédeas do experimentado Secretário de Estado Moacir Sopelsa. Ex Prefeito, demonstrou extrema seriedade e competência na defesa internacional dos interesses dos suinocultores catarinenses e, entre importantes projetos, propôs ao Congresso Nacional mudanças na legislação do Meio Ambiente, com o objetivo de viabilizar as pequenas propriedades rurais. E fez bem, pois enquanto aqui dentro do perímetro urbano, sob o manto de uma legalidade questionável detonam-se as matas que ainda seguram os morros, no interior os agricultores são sufocados por uma legislação que lhes retira chances de sobrevivência. Como maior líder oposicionista, Moacir Sopelsa tem em suas mãos condições plenas para traçar estratégias adequadas, amealhar apoios importantes e adotar uma oposição pertinente à atual política urbana desordenada, em curso nesta cidade. Um apoio corajoso estimula o outro...
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Abortos, abandono de bebês, infanticídios, estes são os maiores crimes da humanidade. E, quem faz o mais, também faz o menos. Ou será que abandonar e atentar contra a vida de qualquer ser vivo tem alguma diferença, graduação, maior ou menor demérito? A legislação civil e criminal é específica e mais rigorosa com relação aos crimes cometidos contra a pessoa humana, assim como a legislação internacional e toda a noção de ética e moral, construída sob os fundamentos do direito natural. Com os animais, a construção legislativa, doutrinária e jurisprudencial dos países começou a tomar corpo recentemente.
Compaixão, pena, piedade, misericórdia, sentimentos básicos que todo o ser humano dotado de racionalidade e inteligência deveria ter, não acompanha o olhar desesperado de milhares de cães e gatos abandonados que perambulam pelas ruas de nossas cidades, abaixo de intempéries, cheios de bernes, pulgas, carrapatos, fome que lhes coroe o estômago até a morte. A maioria teve uma história de afeto em famílias, com crianças, carinho, alimento... Depois de velhos são dispensados.
Com eles também são descartados os sentimentos que carregam no peito marcado pelo amor que receberam, verdadeira extensão da convivência humana, marca indelével e personalíssima de cada pessoa com quem partilharam o teto. Os que deixam para trás seus companheiros e leais guardiões, não percebem que, o que vão abandonando, na realidade, não são os animais de estimação, mas a própria condição humana. A humanidade se perde e agrega-se aos abandonados, pois a eles pertence. E, os que os abandonam, transmudam-se em animais, ou melhor, em nada, pois o adjetivo, nestas circunstâncias, é ofensivo a espécie.
E assim é a nossa vidinha... vamos abandonando a quem cativamos. A primeira namorada por contingências justificáveis; os amigos pela distância insuperável; a esposa porque a vida a dois tornou-se num maldito inferno e a paciência em efêmera. Mas, estes, ainda são donos de seus destinos e cada qual pode nortear a vida, reconstruindo-a com outros amores, outros amigos.
Mas, quando se trata de seres indefesos... crianças, idosos, filhos... , cachorros, animais domésticos, a história é bem diferente. Existe adjetivo para um pai que abandona sua prole? De regra os filhos ficam com as mães: “que se danem”, pensam os irresponsáveis e loucos genitores. Pagar pensão digna? Para que? Que se alimentem da caridade alheia, das carestias e misérias das quais a vida é abundante.
E, se escrúpulos não possuem quando se trata dos próprios filhos..., o que pensar quando largam seus animais de estimação, sem qualquer hesitação, com a maior naturalidade, como se fosse a atitude mais normal e escorreita do mundo? Dor, todo ser vivo sente: o feto na barriga da mãe, o nascituro, o bebê, a criança, o adulto, o idoso..., a formiga esmagada. Dor, espanto, desespero, tristeza, sofrimento..., todo animal abandonado sente.
Estes, os que abandonam os filhos nos braços das mães, que largam seus cachorros e gatos pelos bairros e estradas distantes, que São Francisco, meu santo companheiro e amigo dos animais, ilumine suas cabeças de ferro e concreto. “Você é responsável por quem cativa”, dizia o Pequeno Príncipe. Que tenhamos amor em abundância para adotar crianças órfãs, pois onde come quatro, come cinco. E onde come cinco, sempre sobra para mais um vivente de quatro patas abandonado. "É preciso que haja qualquer coisa de flor em tudo isso." (Vinícius de Moraes).
"PRA BAIXO DO TAPETE"
Cesar Techio Economista – Advogado
cesartechio@Yahoo.com.br
Existe uma forte intimidade entre a sujeira e o tapete. Em especial nas instituições, na política, nas amizades, etc. De regra ambos vivem juntos: a sujeira e o tapete, garantidos pelo jeitinho do "deixa prá - lá", do esconder, dissimular. E assim, os homens vão tocando sua vidinha na base do faz de conta: o professor faz de conta que ensina e os alunos que apreendem; os políticos que são honestos e a corja de bajuladores que acreditam na honestidade; os amigos da onça que são leais, e os traídos que confiam na lealdade.
Por trás de tudo, a conveniência dos homens em serem polidos, amáveis, e tentarem diuturnamente agradar e serem agradados por todos. Viver nesta pseudo-realidade implica em perceber, numa bela manhã de outono, que a vida passou como num filme de fantasia. Que nada foi verdadeiro, autêntico ou real. Viver com autenticidade, diante da complexa natureza humana exige forte determinação, clara opção por fazer o que é certo, fortaleza para resistir as seduções dos favores, das odiosas vantagens e privilégios. A um jantar retribuo com outro jantar; a um presente com outro; a uma garrafa de whisky com outra. Mas jamais com favores ilegais, antiéticos, condescendência, silencio e omissão diante de injustiças.
Para idealistas, tapinhas nas costas não funcionam. Mesmo assim, alguns se arriscam e acabam frustrados, incrédulos diante do fato de que, para homens cientes do seu dever, tanto elogios como críticas estão num mesmo patamar: Nada acrescentam, nada diminuem. Mas, no fundo, melhor mesmo é quando as águas se dividem e a bandeira das exigências éticas tremula ao vento, no alto das consciências idealistas, sem medo, arrostando oposições e valorizando as diferenças, na mesma linha pregada por um admirável e velho amigo, hoje Desembargador, e também pelo não menos velho MAO: "Eu sustento que, relativamente a nós, é mau se uma pessoa, partido político, exército ou escola, não é atacada pelo inimigo, pois, seguramente, isso significa que desceu ao nível do inimigo. É bom se somos atacados pelo inimigo, na medida em que isso prova que traçamos uma clara linha de demarcação entre nós e ele. E melhor ainda é se este nos ataca furiosamente, se nos pinta com as cores mais sombrias e sem a mais pequena virtude, na medida em que isso não só demonstra que traçamos uma clara linha de demarcação entre o inimigo e nós próprios, mas ainda que alcançamos um grande êxito no nosso trabalho." ( Mao Tse Tung, 26/06/1939, Tomo II).
Exagero? Vejam só o que Jesus andou dizendo: "Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra! Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra? Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer a divisão. Pois, daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; ficarão divididos: o pai contra o filho e o filho contra o pai; a mãe contra a filha e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora e a nora contra a sogra". Lc 12, 49-53. E por falar em incêndio... Leitor assíduo de Mao e do Novo Testamento, o senador Jarbas Vasconcelos, do PMDB ateou fogo no próprio partido acusando-o de corrupto e oportunista na caça de cargos; “que Renan Calheiros não tem moral para ser senador, muito menos líder do partido; que Jader Barbalho é bandalheiro e que a eleição de Sarney representa um retrocesso no reino da corrupção que impera no governo.” Para idealistas sujeira e tapete é uma combinação furada. Homenagens a Jonas Muraski pela extraordinária pregação em nossa célula cristã, semente da qual germinou esta reflexão.
“OPOSIÇÃO ÀS CATÁSTROFES”
Cesar Techio Economista – Advogados
cesartechio@Yahoo.com.br
Infelizmente não se podem eleger as últimas administrações municipais como modelos da arte de bem administrar o crescimento urbano da cidade. Todas as administrações, especialmente a petista, permitiram e continuam permitindo escavações em encostas cujas inclinações topográficas são superiores a 30º, bem por isso, altamente perigosas e atentatórias a segurança da vida dos concordienses.
No terreno vizinho ao Fórum, por exemplo, a escavação chega às raias do absurdo, numa inclinação de 90º, sendo que, no entremeio de precipícios criados por retro-escavadeiras, encontra-se encravada uma moradia. Logo acima, o mato devastado e casas residenciais. Na Rua Marechal Deodoro, acima da praça, outro barranco de arrepiar os cabelos. Em várias encostas da cidade loteamentos e inescrupulosas derrubadas de árvores compõem um quadro que prenuncia desastroso porvir, no qual crianças e famílias inteiras poderão ser soterradas em avalanches de lama.
Trata-se de um caos, uma vergonha sem precedentes, certamente autorizada por autoridades que desconhecem o conceito geológico denominado solifluxão; que dispensam o apoio da geotecnologia e da análise geológica imprescindível para tomadas de decisões; que desprezam informações sócio-econômicas e de diagnósticos e prognósticos da relação social com o meio ambiente e de seus efeitos futuros. As escavações e desmatamentos nos morros desta cidade são prenúncio de catástrofes.
Todavia, o voto popular não pode se transformar numa carta branca à insensibilidade, à burrice, ao equívoco de hoje, que aciona o gatilho da natureza cuja bala destroçará o futuro de nossos filhos e netos. Aos amados e incrédulos leitores, o convite para que façam um passeio dominical com suas famílias, pelas ruas situadas nas fronteiras de expansão urbana. Levem suas máquinas fotográficas e enviem fotos às autoridades: a) Ao prefeito municipal para que determine o fim desta farra irresponsável, proibindo imediatamente a expedição de autorizações para loteamentos e construções em encostas, com base no disposto na lei estadual 6063/82. Para que encaminhe à Câmara projeto de lei consoante o contido nos artigos 182 e 225 da Constituição Federal, no disposto no Estatuto da Cidade e na doutrina ambiental vigente no país. b) Ao Ministério Público para que proponha ajustes de conduta e ingresse com devida ação cível pública, rápida, urgente e necessária; c) Ao governo do Estado para que obrigue seus órgãos ambientais, sob pena de responsabilidade, a respeitarem o artigo 3º da lei estadual supra nominada.
Diante do silêncio das autoridades constituídas, a esperança talvez encontre porto seguro na nova estrutura oposicionista, sob as rédeas do experimentado Secretário de Estado Moacir Sopelsa. Ex Prefeito, demonstrou extrema seriedade e competência na defesa internacional dos interesses dos suinocultores catarinenses e, entre importantes projetos, propôs ao Congresso Nacional mudanças na legislação do Meio Ambiente, com o objetivo de viabilizar as pequenas propriedades rurais. E fez bem, pois enquanto aqui dentro do perímetro urbano, sob o manto de uma legalidade questionável detonam-se as matas que ainda seguram os morros, no interior os agricultores são sufocados por uma legislação que lhes retira chances de sobrevivência. Como maior líder oposicionista, Moacir Sopelsa tem em suas mãos condições plenas para traçar estratégias adequadas, amealhar apoios importantes e adotar uma oposição pertinente à atual política urbana desordenada, em curso nesta cidade. Um apoio corajoso estimula o outro...
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
ASSOCIADOS AO CLUBE 29 DE JULHO
ASSOCIADOS AO
CLUBE 29 DE JULHO
(continuação)
(001 a 410 na publicação anterior)
Alcides Caríssimi - É Sócio Fundador - transferido para
(continuação)
(001 a 410 na publicação anterior)
ASSOCIADOS AO CLUBE 29
DE JULHO
O
presidente do Clube 29 de Julho, CESAR TECHIO (gestão 2007/2008), no uso de
suas atribuições, promoveu o levantamento do quadro social, desde os fundadores
até o início deste ano de 2008, título
por título. Observou-se, quando foi o
caso, o título original com o nome do fundador e a partir daí os respectivos
sucessores. Não consta o nome de fundadores em alguns títulos, os quais
possivelmente foram emitidos após a fundação. Muitos documentos encontravam-se
perdidos em lamentável situação na sala de arquivos, perdidos em meio a
papelada e materiais antigos de escritório, alguns corroídos pelo tempo. De
forma que o RESGATE dessa documentação traz à lume importante acervo histórico
da vida do Clube 29 de Julho, criado a partir do antigo Clube Aliança e Clube
Juventus, este último que possuía sede ao lado da praça Dogello Goos, onde
atualmente se situa a casa do falecido e saudoso sócio Neodi Massolini. Essa
iniciativa, portanto, deve ser publicada e estar a disposição de todos, a fim
de que não se perca a história.
Todos
os títulos e novos associados, assim como a vida societária deve encontrar nesta
publicação fonte segura para reativar a vida do Clube, sempre na orientação
deste presidente para que se ofereça de forma insistente a oportunidade para o
ingresso de novos associados, em especial filhos e netos dos fundadores, que
devem assumirem a sucessão dos seus, na sociedade.
A
lista, por determinação deste presidente, também foi publicada no ano passado
no site do Clube 29 de Julho, devendo estar sempre a disposição dos associados.
A documentação se encontra arquivada sob a exclusiva responsabilidade do
vice-presidente, o qual zelará pela sua integridade e garantirá o repasse para
os futuros presidentes que se seguirem.
Obras
históricas de recuperação do Clube marcam essa gestão, como por exemplo: 1 –
Fiação Elétrica nova do teto e de todo o Salão Nobre; 2 - Troca do assoalho do
Salão Nobre; Inauguração da Cozinha anexa ao Salão nobre com a aquisição de
utensílios, panelas, garfos, copos e ainda geladeiras, fogão industrial para
servir de suporte para as festas e jantares; 4 – Construção da nova Sala Nobre
na área ou patamar externo em frente ao clube, para servir de espaço para
jantares e de suporte para o Salão Nobre;
5 – Retomada e recuperação
integral da Sala de Jogos que fica ao lado da Secretaria do Clube, para o
encontro dos associados, com mesa de jogos e geladeira e banheiros anexos; 6 – Retomada e reforma de uma sala comercial
n° 03, sita a Rua do Comercio, n° 256, pertencente ao clube que estava por ter
sido sub-alugada por locatário sócio ao clube na condição de proprietário; 7 –
Retomada de vagas de garagem para utilização pelo Clube; 8 – Construção de uma aba para proteção
contra a chuva na entrada e escadarias de trás do clube para fácil acesso a
conjuntos, pessoa de serviço e associados idosos em dias de chuva, entre outros
serviços e reformas necessárias; 9 – Colocação de câmaras externas no Clube com
foco nas ruas centrais “on line” ligadas
no site do Clube para acesso público e colaboração com setores de segurança
pública,
Foi
sugerido e aprovado a construção de um elevador frontal, na sala ao lado da
Secretaria que se encontra a alugada e que deve ser retomada, para execução a
cargo da futura gestão.
Importante
salientar que a presente gestão primou e prima por ceder o Salão Nobre e
estruturas do Clube 29 de Julho, para promoções feitas por associações
filantrópicas, igrejas, Lions, Rotary, Centro Espírita, etc, sem qualquer taxa,
como forma de colaboração à comunidade. Esta
iniciativa foi a que maior prazer pessoal trouxe a este presidente.
Foram
tomadas algumas medidas, com encaminhamentos a nível judicial criminal e cível,
por iniciativa e decisão da Diretoria, após aconselhamento por um conselho de nove associados criado
especialmente para este fim, intitulado de Departamento de Controle Estatutário
e Auditoria que substituiu o Departamento de Ética e Disciplina, sendo que a
decisão de desligamento de alguns associados foi subscrita pelo referido departamento e
integralmente ratificado em decisão da Diretoria, em decisão unânime, no dia
19/03/2008, cabendo ao presidente executar a decisão colegiada. A decisão
colegiada, após reuniões de análise documental, encontra-se transcrita em
livros de atas e devidamente assinada por todos.
Neste
passo, o presidente almeja que tais medidas sirvam de exemplo e permaneçam no
campo pedagógico de forma fraterna e respeitosa com a consciência de que a vida tem sentido pleno se vivida com
lealdade, verdade, coragem, justiça, tolerância na medida certa, prudência,
temperança, probidade, fraternidade, civismo.
O
presidente que encerra sua gestão no
final de março e início de abril deste ano de 2009, após ter propiciado o
resgate do Clube 29 de Julho, inclusive contra uma grave tentativa de alteração
estatutária que fragilizaria patrimonial e estatutariamente o clube, tem plena
convicção de ter cumprido de forma fiel e firmemente o seu dever moral.E fê-lo,
se forma imparcial, escudado em documentos e em comum acordo com os membros
Diretoria e Conselho Ético.
Tambem
obrou com imenso prazer, inclusive em festividades que haviam sido esquecidas,
como o Carnaval da Família, Infantil e Adulto, Ceia de Natal, Jantar dos
Associados e Baile de Debutantes, tradições retomadas com alegria e satisfação
por todos os associados.
Outros
haverão de nos suceder, porque assim deve ser.
LIBERDADE,
DEMOCRACIA, IGUALDADE, ALTRUÍSMO E JUSTIÇA.
Cesar
Techio
Presidente do Clube 29 de Julho
411 - ...................................... (Fundador)
p Attilio Francisco Xavier
Fontana
...............................................
adquirido por
Attilio Francisco Xavier Fontana
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
412 - ............................... (Fundador)
p Attilio Francisco Xavier
Fontana
.................................................
adquirido por
Attilio Francisco Xavier Fontana
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
413 -
.................................
(Fundador)
p Attílio Francisco Xavier
Fontana
...................................................
adquirido por
Attilio
Francisco Xavier Fontana
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
414 - Luciano Luiggi Cisoto (Fundador)
Luciano
Luiggi Cisoto - É Sócio Fundador
- Rua Marechal Deodoro, 854 Fundos -
Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1821
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
415 - Natale Cisotto (Fundador)
Natale
Cisotto - É Sócio Fundador (Falecido)
- Rua Marechal Deodoro, 826 Apto 01- Centro, Concórdia Fone: Res 3444 1481/ Cel
9994 4424
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
416
- p Harri Dinnebier (Fundador)
Harri Dinnebier - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
417
- Onorino Rossetto (Fundador)
p Domingos Bonin
Onorino
Rossetto - É Sócio Fundador - transferido para
Domingos
Bonin
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Domingos Bonin, incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
418 - Fermino de Jesus (Fundador)
Mauro Antonio Bonin
Fermino
de Jesus - É Sócio Fundador - transferido para
Mauro Antônio Bonin Rua Atalipio Magarinos, 348 Apto 502 Edf Village-
Centro, Concórdia Fone Res 3444 1729/ Cel 9974 5778/ Com 3442 1855
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007.
Tem
Ficha Cadastral apenas, Mauro Antonio Bonin, incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
419 - Luiz Agnolin (Fundador)
Luiz Agnolin
- É Sócio Fundador (Falecido) - Rua Atalipio Magarinos, 190 Apto 501 Edf
Burnier- Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0005
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
420
- Célio Lemos Camargo (Fundador)
Neri Menegatti
Célio
Lemos Camargo - É Sócio Fundador - transferido para
Neri Menegatti, em 26/03/1975 Rua Benjamin Furlan, 206 - B.: São Miguel,
Concórdia Fone: (049) 3444 1637
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem
Ficha Cadastral apenas Neri Menegatti, incompleta.
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
421 - Antonio Camillo Netto (Fundador)
Antônio
Camillo Netto - É Sócio Fundador - Rua Pref. Domingos
Machado de Lima, 381 Apto 902 Residencial Itália- Centro, Concórdia Fone: Res
3444 0711/ Cel 9982 0081/ Com 3442 3644
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem 02
(duas) Fichas Cadastrais
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
422
- Luiz Athanazio Falckemback (Fundador)
Vercil
Stringhini
Luiz
Athanazio Falckemback - É Sócio Fundador - transferido para
Vercil
Stringhini, em 23/07/1979 (Livro 2,
Folhas 11) Rua 29 de Julho, 407 Centro – Concórdia Fone Res 3444 0184/ Com 3442
0836
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastro apenas Vercil Stringhini
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
423 - Pedro Benhur Bohrer (Fundador)
p Wolnei Bohrer
Pedro
Benhur Bohrer - É Sócio Fundador - transferido para
Wolnei
Bohrer, 26/03/1975 (Livro 2, Folhas 14)
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos têm
Ficha Cadastra incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
424 - Francisco Zanotelli Frare (Fundador)
Francisco Zanotelli Frare - É Sócio Fundador - Rua 29 de Julho, 609 - Centro,
Lindóia do Sul Fone: (049) 3446
1155
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
425 - Hildebrando Alves dos Santos (Fundador)
Aires José
Bortolini
Hildebrando
Alves dos Santos - É Sócio Fundador - transferido para
Aires José Bortolini Rua Lauro Müller, 134 - Centro, Concórdia Fone: (049)
3444 1183
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastra apenas Aires José Bortolini
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
426
- p Genuino de Souza (Fundador)
Genuino de Souza - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
427 - Domingos de Carli (Fundador)
Domingos de
Carli - É Sócio Fundador - Rua 29 de
Julho, 80 Apto 101 Edf De Carli - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 0120/ Com
3491 4023 R 33
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
428 - Juvelino Nesi (Fundador)
Paróquia Nossa
Senhora do Rosário.
Juvelino
Nesi - É Sócio Fundador - transferido para
Paróquia Nossa Senhora do Rosário Rua Marechal Deodoro, 473 - Centro, Concórdia Fone:
(049) 3442 0358
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem
Ficha Cadastral apenas Paróquia Nossa Senhora do Rosário, incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
429 - ................................... (Fundador)
p Luiz Alberto Bordin
.................................................
- adquirido por
Luiz
Alberto Bordin
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
430 - p Waldemar Petrolli (Fundador)
Waldemar
Petrolli - É Sócio Fundador - Rua Eça
de Queiroz, 115 - B. Alto Alegre, Cascavél
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
431 - p Amoacir
Baldi (Fundador)
Amoacir Baldi - É Sócio Fundador - Rua
Marechal Deodoro, 515 Apto 02 - Centro, Concórdia
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
432 - Juvino Siega, Dr (Fundador)
p Eulivio Trevisol
Juvino
Siega, Dr. - É Sócio Fundador - transferido para
Eulivio
Trevisol, em 17/01/1977 (Livro 2, Folhas 17)
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos não
têm Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
433 - Harry Magarinos (Fundador)
p Hilário Canalle
Harry
Magarinos - É Sócio Fundador -
transferido para
Hilário
Canalle
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Hilário Canalle
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
434 - Alcides Caríssimi (Fundador)
Otacilio
Caríssimi
Darci Nilton
Patzlaff
Alcides Caríssimi - É Sócio Fundador - transferido para
Otacilio Seben transferido para
Darci Nilton Patzlaff, em 26/03/1999
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007, como Darci Patzlaff.
Tem Ficha Cadastral Otacilio Seben. Darci Nilton
Patzlaff tem Ficha Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
435 - Lauro Barrion Araújo (Fundador)
David
Bonvechio
Claudino
Comunello
Lauro
Barrion Araújo - É Sócio Fundador -
transferido para
David Bonvechio transferido para
Claudino Comunello, em 20/04/1985 ver q não foi pago algo
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Claudino Comunello
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
436 - Rolf Werner Stamm (Fundador)
Rolf Werner Stamm - É Sócio Fundador - Rua Marechal Deodoro, 1000 Apto
101 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 2605
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
437 - Onorino Dallagnol (Fundador)
Silvio Luiz
Dallagnol
Onorino
Dallagnol - É Sócio Fundador - transferido para
Silvio Luiz Dallagnol, em 04/01/1984 (Livro 2, Folhas 13) Rua Getúlio
Vargas, 75 - Centro, Concórdia Fone; (049) 3444 0662 (não tem Ficha Cadastral)
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos não
têm Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
438 - Nelson Polina (Fundador)
João Polina
Nelson
Polina - É Sócio Fundador - transferido para
João Polina, em 10/03/1975 (Livro 2, Folhas 12) Rua Dr. Maruri,
1651 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0018
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem
Ficha Cadastral apenas João Polina
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
439 - p Abdo
Mussa (Fundador).
Abdo Mussa - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
440 - Aristides Salles Maruri (Fundador)
Aristides
Salles Maruri - É Sócio Fundador - Rua Desembargador José Mesquita, 649 Apto 204 Ed. Cerra Negra, B. Araes, Cuiabá, Mato Grosso
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007, como Arestides Salles Maruri.
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
441 - p Marcelo Salles
Maruri (Fundador)
Marcelo Salles Maruri - É Sócio
Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
442 - p Juarez
Berta (Fundador)
Juarez Berta - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
443 - p Alberto
Stringhini, dr (Fundador)
Alberto
Stringhini, Dr. - É Sócio Fundador -
Rua Adolfo Konder, 10 Apto 801
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
444 -Zeferino Demartini (Fundador)
Zeferino
Demartini - É Sócio Fundador - Rua do
Comércio, 533 - Centro, Concórdia Fone; (049) 3442 3423
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
445 - p Luiz Morais
Filho (Fundador)
Luiz Morais Filho - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
446 - Valdemar Spricigo (Fundador)
Valdemar Spricigo - É Sócio Fundador -
Trav. Lamonatto, 330 Apto 501 - Centro, Concórdia
Fone; (.049) 3444 0549
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
447 - Artur Fernandes Franczak (Fundador)
Artur Fernandes Franczak - É Sócio Fundador - Trav. Lamonatto, 198 -
Centro, Concórdia Fone; (0498)
3444 0364
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
448 - Clayton Wosgrau (Fundador)
p Ivan Wosgrau
Clayton
Wosgrau - É Sócio Fundador - transferido para
Ivan
Wosgrau
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Ivan Wosgrau
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
449 - Osvaldo Valentim Zandavalli (Fundador)
Rogério
Zandavalli
Osvaldo
Valentim Zandavalli - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Rogério Zandavalli
É possível, que tenha sido transferido de seu pai
Osvaldo Valentim Zandavalli, porém nada consta
na Ficha Cadastral.
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007, porém sem número
Tem Ficha
Cadastral apenas Osvaldo Valentin
Zandavalli
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
450 - Jaime Baldi (Fundador)
Wilson Carlos
Casagrande
Jaime
Baldi - É Sócio Fundador - transferido
para
Wilson Carlos Casagrande Rua Pref. Domingos Machado de Lima, 381 Apto 1002 -
Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0927
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem
Ficha Cadastral apenas Wilson Carlos Casagrande
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
451 - Sovenir Nesi (Fundador)
Laudir
Antonio Berté
Jucela Berté
Pacheco
Sovenir
Nesi - era Sócio Fundador. Devolveu o Título em 13/09/1974 (Livro 1, Folhas 15)
que foi vendido para
Laudir Antônio Berté, 13/09/1974 (Livro
1, Folhas 15) - transferido para
Jucela Berté
Pacheco, em 05/02/1999 Trav. Bonassi,
10 - B. Imigrantes, Concórdia Fone: Res 3442 0309/ Com 3442 1144
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral Laudir Antonio Berté e Jucela Berté Pacheco
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
452 - Sadi Ledo Mori (Fundador)
Luiz
Antonio Giotto
Neuza Maria Christofolli
Giotto
Sadi Ledo
Mori - É Sócio Fundador - transferido
para
Luiz Antônio Giotto - transferido para
Neuza Maria Christofolli Giotto, em
05/02/1999 Rua Pref. Domingos Machado de Lima, 361 - Centro, Concórdia Fone: Res 3442 4601/ Cel
9994 7056/ Com 3444 3056
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Neusa Maria Cristofolli Giotto
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
453 - Ivo Peretti (Fundador)
Orides
Devenzi
Luiz
Eduardo Günther
Bernardo
Augusto Günther
Ivo
Peretti - É Sócio Fundador - transferido para
Orides Devenzi, em 30/01/1978 -
transferido para
Luiz Eduardo Günther - transferido para
Bernardo
Augusto Günther, em 05/02/1999 Rua
Marechal Deodoro, 799 Apto 33 - Centro, Concórdia Fone: Res 3442 1718/ Com 3442 0722
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha Cadastral Bernardo Augusto Günther, Luiz
Eduardo Günther e Orides Devenzi
Orides
Dezenzi tem 2 Fichas Cadastrais, nº 453 e 606
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
454 - Levi Braz Bernardi (Fundador)
Levi Braz
Bernardi - É Sócio Fundador - Rua
Leônidas Faver, 1917 - B. Arvoredo, Concórdia
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
455 - p Carlos Auler
Feja (Fundador)
Carlos Auler Feja - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
456 - ..................................... (Fundador)
Adalberto
Sella
......................................
- adquirido por
Adalberto Sella Rua 31 de Março, 50 - B.: Jardim, Concórdia Fone: Res
3444 0610/ Com 3441 2744
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
457 - p Alberto Júlio
Nilson (Fundador)
Alberto Júlio Nilson - É Sócio Fundador
-
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
458 - Renato Garibotti (Fundador)
Renato
Garibotti - É Sócio Fundador - Rua
Ivo Biezus, 418 - B. Floresta, Concórdia Fone: (049)
3444 1219
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
459 - p Walmir
Mattevi (Fundador)
Walmir Mattevi - É Sócio Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
460 - p Bernardo
Scheuer, dr (Fundador)
Bernardo Scheuer, Dr. - É Sócio
Fundador -
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
461 - Abilio Ernesto
Weschenfelder (Fundador)
Abilio
Ernesto Weschenfelder - É Sócio Fundador - Rua 29 de Julho, 112
Apto 01 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0706
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
462 - José Fochesatto (Fundador)
Armindo
Restelatto
José
Fochesatto - É Sócio Fundador - transferido para
Armindo
Restelatto Rua Abramo Eberle, 335 -
Centro, Concórdia Fone: (049) 34444 0463
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Armindo Restelatto (tem 2 Fichas Cadastrais)
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
463 - José Pedro Paes Antunes dos Santos (Fundador)
Alzira Ana
Paludo
Dalberto
Antonio Paludo
José Pedro
Paes Antunes dos Santos - É Sócio Fundador - transferido para
Alzira Ana Paludo - transferido para
Dalberto Antônio Paludo, em 31/08/1982
(Livro 2, Folhas 16)Rua Atalípio Magarinos, 348 Apto 301 - Centro, Concórdia
Fone: Cel 9914 9048/ Com 3442 1707
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Dalberto Antonio Paludo, incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
464 - Edgar Poyer (Fundador)
Edgar Poyer - É Sócio Fundador - Rua Pref. Domingos Machado de
Lima, 649 - Centro, Concórdia Fone: Res
3444 0990/ Cel 9922 9779
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastra incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
465 - p Cici Jonas
Piacentini (Fundador)
Cici Jonas Piacentini - É Sócio
Fundador -
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
466 - Anselmo Hess, Dr (Fundador)
Marly Poletto
Hess
Anselmo
Hess, Dr. - É Sócio Fundador - transferido para
Marly Poletto Hess Rua Adílio Hilário Mutzemberg, 87 - B.: Floresta,
Concórdia Fone: Res 3444 0009/ Cel 9101 9955
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem
Ficha Cadastral apenas Anselmo Hess
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
467 - Normélio Piloni (Fundador)
Normélio
Piloni - É Sócio Fundador - Rua
Marechal Deodoro, 1480 Apto 07 Edf Piloni - Centro, Concórdia Fone; (049) 3444
2717
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
468 -Adenor Roque Zanferrari (Fundador)
João Barbosa
Costa
Adenor Roque Zanferrari - era Sócio Fundador (Livro 1,
Folhas 4)e (Livro 2, Folhas 16)
(Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007,
erroneamente, com o Título nº 356, que é
do Fundador Luiz Monticelli,
transferido para seu filho Gilmar Monticelli. E ainda consta na Relação de Socios
de 23/09/2007 como proprietário do Título 356.)
Transferiu
para
João Barbosa
Costa, em 16/01/1979 (Cadastral)
(Livro 2, Folhas 16) Trav. Luis Morelatto, 57 - B.: Jardim, Concórdia Fone;
(049) 3444 1076
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral João Barbosa Costa, incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
Títulos
Patrimoniais Remanescentes da Fundação
026
- ...
Genildo
Zolet Rua Beira Rio, s/n - B. Frigorífico, Seara Fone: (049) 3452 0121
109
- ...
Atenor Becker
128
- ...
Hilário Dalfovo
135
- ...
Nilo
Frozza Rua Carlos Gomes, 240 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 0840
190
- ...
Odenir Bonissoni
204
- ...
Ayrton de Menezes, Dr.
252
- ...
Olavo
Weschenfelder Rua Hermano Hering, 377
Apto 201 - Bom Retiro, Blumenau Fone: (047) 3322 0717
402
- ...
Franklin Silveira de Brun, Dr.
411
- ...
Attilio Francisco Xavier Fontana
412
- ...
Attilio Francisco Xavier Fontana
413
- ...
Attilio Francisco Xavier Fontana
429
- ...
Luiz Alberto Bordignon, em 05/03/1975
456
- ...
Adalberto Sella Rua 31 de
Março, 50 - B.: Jardim, Concórdia Fone: (049)3444 0610
Novos Sócios
Novos Sócios
469 -...
José Nascimento - admitido em
28/02/1973 - transferido para
Walmor
Michelon, em 04/12/1975 (Livro 2,
Folhas 10) Trav. Lamonatto, 366 Apto 501, Edf Portinari- Centro, Concórdia
Fone: Res 3444 0257/ Cel 9912 2911
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Walmor Michelon
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
470 -...
Dirceu Rizello
- admitido em 12/04/1975 Local de trabalho: Rua Anita Garibaldi, 270 - Centro,
Concórdia Fone: Res 3444 1190/ Com 3442
0019
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
471 - ...
Marivaldo Hilário Prazeres - admitido em 28/02/1973 Rua Pref. Domingos Machado
de Lima, 764 Apto 1102 Edf Dona Carolina
- Centro, Concórdia Fone: Res 3444 7023/ Com 3442 1909
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
472
- ...
Diogenes
Rossetto Rua Irmã Leopoldina, 65 - B.: São Miguel, Concórdia Fone: (049) 3444 0808
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
473
- ...
Antônio
Francisco Tartari Rua Albino Rotta, 158 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444
0710
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
474
- ...
Egídio
Natalino Zanini Rua 283 nº 55, Apto 301 Edf Caravella - Meia Praia, Itapema Fone: Res (47) 3268 5920/ Cel (47)
9983 9640/ Com 3444 0731
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
475
- ...
Marcelo
Balbinotti Rua Alcides Moura, 90 Passo Fundo Fone:
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
476
- ...
p João Andreata de Souza, Dr.
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
477
- ...
Nereu Carminatti - transferido para
Ivo Gerhardt,
em 27/03/1978 (Livro 2, Folhas 13) Rua Marechal Deodoro, 970 Apto 503 - Centro,
Concórdia Fone: Res 3444 0029/ Cel 8826 029 ou 8809 7929/ Com 3441 2422 (não
tem Ficha Cadastral)
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos não
têm Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
478
- ...
p Sebastião de Barcellos
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
479
- ...
p Adolar Weigert
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
480
- ...
José Achilles
Baggio Rua Jonas Ramos, 130 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1253
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
481
-...
Paulo Roberto
Reginatto Rua Romano Anselmo Fontana
815, Apto 601 - Ed. Vila Lobos, Concórdia
Fone: Res 3442 0881/ Cel 9989 0020
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
482
- ...
p Nestor
Irineo De Barba
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
483
- ...
Dileta Maria Munaretto Biezus -
transferido para
Hugo Felix
Pretto Trav. Lamonatto, 224 Apto 201 - Centro, Concórdia Fone: (049)
3444 0617
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Hugo Felix Pretto
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
484
- ...
Hilário
Orlando Baseggio Rua Dr. Maruri, 1765 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 5164
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
485
- ...
Zadi Antônio Zanini - transferido para
Ilário Biezus,
em 28/11/1980 (Livro 2, Folhas 16) Rua Imperial, 294 - B. Imperial, Concórdia Fone: (049) 3444 1929
Novo endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 496 – Apiuna –
SC CEP 89135-000 Fone: (47) 3353 0373
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007, como Hilario Biezus
Tem Ficha
Cadastras apenas Ilário Biezus
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
486
- ...
José Alberto
Olmi - admitido em 14/02/1973 Rua
Atalípio Magarinos, 348 Apto 1201 Edf Village - Centro, Concórdia Fone: Res
3444 0519/ Com 3441 2744
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
487
- ...
Ilmar Wüerzius
- admitido em 14/02/1973 Rua Papa João XXIII, 857 - Centro, Rondonópolis
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
488
- ...
Vicenzo
Francesco Mastrogiacomo - admitido em 14/02/1973 Rua Porto Alegre, 51E,
Chapecó
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
489
- ...
p Aderli Lappe do Prado, Dr. - admitido
em 13/03/1973
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
490
- ...
p Bruno Montanari - admitido em
24/03/1973
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
491
-...
Romeu Luiz
Weschenfelder - admitido em
12/04/1975 Trav. Marcon, 27 Apto 11 Cond. Montenegro - Centro, Concórdia Fone: Res
3444 1347/ 3444 0075
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
492
- ...
Gerson José de
Matos Rua Des. Oscar Leito, 20 - Centro, Blumenau Fone: (047) 3340 4785
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastra incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
493
- ...
Julio Cesar Biezus Neves Rua Dr.
Maruri, 500 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0741
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
494
- ...
Ney de
Azambuja Neves Rua Lauri Ribeiro Neves, 85 - B.: São Miguel, Concórdia
Fone: (049) 3444 0564
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
495
- ...
Osmar Colpani
Rua Romano Anselmo Fontana, 815 Apto 501 Edf. Vila Lobos, Centro Fone: Res 3444
0848/ Com 3442 2939 (ex 642) adquiriu o Título Patrimonial nº 495 (Livro 1,
Folhas 17).
Manteve o
Título nº 495 (Livro 2, Folhas 13)
Erroneamente,
este Título nº 495 foi passado para Durval João De Barba e passou a constar na Relação de Sócios de 29/03/2007.
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007,
erroneamente, com o Título nº 642
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
496
- ...
Arcênio Kunz - transferido para
Pedro Casagrande Rua Leônidas Favero,
95 - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 0385/ Cel 9989 0062
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Pedro Casagrande
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
497
- ...
Ladi Lino
Seganfredo Rua Anita Garibaldi, 371 - B. Vista Alegre, Concórdia Fone: (049) 34440152
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
498
- ...
Moacir José
Casagrande Rua 31 de Março, 20 - B.: Jardim, Concórdia Fone: Res 3444 0172/
Cel 9989 5020/ Com 3444 4433
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
499
- ...
Honorino Luiz
Bernardi Rua 29 de Julho, 104 Apto 01 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444
0052
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tm Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
500
- ...
Mario Afonso Kessler Rua Pref. Domingos
Machado de Lima, 878 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0796
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
501
- ...
Dieter Hermann
Germendorff
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
502
- ...
Eclair Costa
Sampaio, Dr. Rua Oswaldo Vonhoendorff, 75 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0720
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
503
- ...
José Vicente
Ugolini Rua Leônidas Favero, 107 - B.: Jardim, Concórdia Fone: Res 3444 0994/
Cel 9994 6354/ Com 3442 0414
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
504
- ...
Pedro Casimiro Da Silva - transferido
para
p Armando Hoepers, em
06/02/1985 Rua 1101, Nº 120 Apto 1001 - Centro, Balneário Camboriu
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos têm
Ficha Cadastral. (Armando Hoepers incompleta)
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
505
- ...
p João
Sampaio De Almeida
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
506
- ...
p Hermínio Carlos Maraschin
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
507
- ...
Antônio Battistella
Rua 29 de Julho, 104 Apto 02 Edf Dona Sulmira - Centro, Concórdia Fone: Res
3444 0809/ Cel 9913 1998
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
508
- ...
Ido Irineu
Fahl Rua Paulo Sechi, 61 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0898 (não tem
Ficha Cadastral)
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
509
- ...
Milton Vancin Rua Albino Rotta, 145 -
Centro, Concórdia Fone: Res 3442 0736/ Cel 9989 1174/ Com 3444 2636
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
510
- ...
p Dorvalino Gasperin
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
511
- ...
Maximino João Lusa Linha Suruvi, C.P.
192, Concórdia Fone: (049) 3442 8858
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
512
- ...
p Alvaro Antônio Rigoso Pille Rua Marechal Floriano Peixoto, 35 Sala
202 Cx. P. 123 - Centro, Indaial
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
513
- ...
p Admir Aureo Bortolini Rua Capitão Romualdo, 10 Casa 11 Carvoeiro
- Saco dos Limões Florianópolis
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
514
- ...
Edson Neilor
Barbosa Av. Souza Naves, 851 - B.: Cristo Rei, Curitiba Fone: 3263 1634
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
515
- ...
p Adilson Edson Reich
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
516
- ...
Wulmar
Calazaro Ayroso (Deivis Valer Ayoroso – Trav Irmã Leopoldina, 42 Concórdia
Fone 3444 9664/ Cel 9136 6838/ 3444 6611)
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
517
- ...
Alceo Roque
Pigozzi Rua Leônidas Fávero, 277 - B.: Jardim, Concórdia
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
518
- ...
p Paulo Antônio Silveira de Souza
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
519
- ...
p Sigfredo Schiller
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
520
- ...
Ary Albino da Silva - transferido para
p Celso Farina, em 12/04/1975
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Celso Farina
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
521
- ...
Claudemir Vancin Rua João Mosele, 72 -
Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0842
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
522
- ...
Carlos Alberto
Biezus Rua das Cerejeiras, 213 - B.: Floresta, Concórdia Fone: (049) 3444 2028
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
523
- ...
p Kurt Wollinger
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
524
- ...
Arlindo
Grapeggia Rua 29 de Julho, 518 - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 1038 ou
3442 4005
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
525
- ...
Darci Pedro
Bonassi Rua 29 de Julho, 1339 - B. Itaíba, Concórdia Fone: Res 3442 3566/
Com 3442 4100
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
526
- ...
p Silvio Puntel (pagou R$
200,00) - era Sócio Remido nº R.32 e passou para Sócio Patrimonial nº 526, em
12/04/1975 (Livro 2, Folhas 47 e também Livro 1, Folhas 20).
Não consta na Relação de Sócios de 29/03/2007.
(ex 263)
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada – FALTA
INTEGRALIZAÇÃO
527
- ...
p Syda Maria Puntel (pagou R$
200,00) passou de Sócio Remido à Sócio Patrimonial nº 527 em data de
12/04/1975, que teria transferido para
Altevir Bigaton e também
transferido para
Alferio A. Parizotto, em 22/05/1978 (Livro 2, Folhas
18) , porém, cancelado (Livro 2, Folhas
46) e posteriormente transferido para
Alfério A.
Parizotto em 22/05/1978 (Livro 2, Folhas 18)
Em
25/07/1976, (Livro 2, Folhas 26) consta que Alfério Antônio Parizotto passou da
categoria Contribuinte (Título
C.57) para Patrimonial .
Altevir Bigaton consta na Relação de Sócios de
29/03/2007 como proprietário do Título Patrimonial
nº 267 , oriundo de Carlos Buchele (Livro 1, Folhas 5)
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não têm
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada – FALTA
INTEGRALIZAÇÃO
528
- ...
p Alexandre Dilda Rua Santa Catarina, 660
- B. Nazaré, Concórdia.
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
529
- ...
Luiz Carlos
Thomsen (consta anotação de que não quitou o Título, faltaria pagar R$
1.200,00) Loteamento Refosco, 38 - Concórdia
Fone: (049) 3444 1389- tem proposta de
admissão de sócio aceito em 18/06/1975 -
Consta na
Relação dos Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada – FALTA
INTEGRALIZAÇÃO
530
- ...
p Lidovino
Trevisol (não tem Ficha)
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
531
- ...
p Jorge Gallego, Dr. (não tem Ficha)
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Admitido
em (Ata)
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
532
- ...
p Juarez de Magalhães Rigon
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
533
- ...
534
- ...
Edson Sella
Rua 1501, nº 55 Apto 1101 - Centro, Balneário Camboriu Fone: (047) 3367 1083
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
535
- ...
536
- ...
Emidio Carlos Bassani - transferido
para
Juliano
Bassani, em 28/08/1998 - tem autorização para transferencia de Título de 28/08/1998
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007 como Juliano Bonassi
Tem Ficha
Cadastral apenas Emidio Carlos Bassani
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
537
- ...
Antônio Colla
Rua Dr. Maruri, 754 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1832
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
538
- ...
Luiz Roberto
Cadore Rua Luiz Delfino, 63 Apto 101 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3445 4182
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
539
- ...
Mauro Goss
Correa Rua do Comércio, 256 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 1932
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
540 - ...
541 - ...
Otomar
Sella (Livro 02 Folhas 19)
Odete Lourdes Sella em 04/02/1992 Rua
Getúlio Vargas, 500 Apto 401 Ed. das Clínicas - Centro, Concórdia Fone: (049)
3444 2714
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Otomar Sella
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
542 - ...
Rui
Schneider da Silva Rua Cristóvão Nunes Pires, 150 Apto 1205 - Florianópolis
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
543 - ...
Roberto Kurtz Pereira Rua Rodolfo
Rigoso, 104 Fundos - Centro, Concórdia Fone: (049)
3442 3464
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
544 - ...
Ricardo
Francisco Volcato Rua Ivo Biezus, 257 - B. Floresta, Concórdia Fone: (049) 3444 0443
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
545 - ...
546 - ...
Ildemar Brayer Pereira Rua Rodolfo
Rigoso, 175 - B. São Miguel, Concórdia Fone: Res 3444 1082/ Com 3444 8479
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
547 - ...
Renato Oswaldo Prinzler Louzada Rua
Marechal Deodoro, 1356 Apto 404 - Centro, Concórdia
Fone: (049) 3444 2820
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
548 - ...
549 -...
550 - ...
Vicente Sangoi Rua Rua Marechal
Deodoro, 352 Apto 702 Edf Dalmolin - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 2905/ Cel
9916 5666
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
551 - ...
José Bortolotto Rua Fiorello Sunti, s/n
- B. Imperial, Concórdia
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
552 - ...
Hélio
Dhein Rua Isidoro Maito, 419 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 7070
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
553 - ...
Jaire Vancin Rua Pref. Domingos Machado
de Lima, 986 - Centro, Concórdia Fone: (049)
3444 0745
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
554 - ...
Ari
Geraldo Neumann Rua das Acácias, 121 Apto 404 Bloco B2 - Carvoeiro,
Florianópolis
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
555 - ...
p Hugo
Adolfo Gossmann
Não consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
556 - ...
Alcides De Rosso Trav. Antônio
Brunetto, 105 Apto 301 - Centro, Concórdia Fone: 8808 1108
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
557 - ....
558 - ...
Luiz Antonio Faccenda De Avila Rua Romano Anselmo Fontana, 815 Apto 701 -
Centro, Concórdia Fone: (049)
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
559 - ...
Luiz Afonso de Rosso Rua das Papoulas,
56 - B. Jardim, Concórdia Fone: Res 3444 1594/ Com 3441 0400
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
560 - ...
José Samuel César Rua Independência, 283 Apto 102 B - Centro, Concórdia
(Livro
2, Folhas 19)
Também
seria proprietário do Título nº 566
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007 com o Título
nº 566
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
561 - ...
Diogenes Dusi Rua Tancredo Neves, 152
Apto 104 BLD- B. Jardim, Concórdia Fone:
(049) 3444 1345
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
562 - ...
Julio Ramos Neto Rua Dr. Maruri, 758 -
Centro, Concórdia
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
563 - ...
564 - ...
Zelso Seben Rua Marcelino Ramos, 30 -
B. Imperial, Concórdia Fone: (049) 3444 1276
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não tem
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
565 - ...
Antonio
Gastaldi Neto - transferido para
Lirio Zonta Rua Marechal Deodoro, 380
Apto 1000 Edf Bandeirantes - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 1139/ Com 3442
1397
Título oriundo de Antonio Gastaldi
Neto conforme Ficha/Cadastral porém, seu nome não consta em nenhum registro.
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos
têm Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
565 - ...
Este Título também seria de
propriedade de Jandira da Campo, oriundo de Alcide Spegierin (Ficha/Cadastral) sem qualquer registro.
Jandira da Campo seria proprietária
do Título Patrimonial nº 572 (Livro 2 Folhas 19).
Jandira
da Campo não consta na Relação de Sócios de 29/03/2007.
Ainda, este Título teria sido
transferido para Artur Regis Neto, depois cancelado e, posteriormente Silvio
Henrique A. dos Santos Rua Anita Garibaldi, Centro, Concórdia, que consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
566 - ...
567 - ...
Dilson Dal’Castel Rua Jonas Ramos, 47 -
Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 2354
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
568 - ...
569 - ...
Neivaldo Suzin Rua Estados Unidos, 149
- B. Das Nações, Concórdia Fone: (049) 3444 2509
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
570 - ...
Pedro
Valentim Marques (Livro 02 Folhas 20) também seria proprietário. Doou em 29/07/2002 o Título para
Dirceu João Duarte Talamini Rua Ivo
Biezus, 260 - B. Floresta, Concórdia Fone: (049) 3444 0734. Pagou Taxa de
transferencia de R$ 120,00 (cento e vinte reais) em 17/03/2005
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Ambos têm
Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
571 - ...
Jorge Davi Cadore Rua Marechal Deodoro, 1662 - Centro,
Concórdia Fone: (049) 3442 2686
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
572 - ...
573 - ...
574 - ....
575 - ...
Silvio Ronzoni Rua Marcos Bento Souza,
406 Apto 104 - B. Liberdade, Concórdia Fone: (049)
3442 3203
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
576 - ...
Carlos Claudio Perdomo Rua Adílio Hilário Mutzemberg, 1039
- B. Floresta, Concórdia Fone: (049) 3444 0909
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem
Ficha Cadastral
Providenciar Ficha Cadastral atualizada
577 - ...
Hilário Daci Dannenhauer Rua Osvaldo
Zandavalli, 678 - Centro, Concórdia Fone: (049)
3444 1838
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
578 - ...
579 - ...
João Carlos Zanardi Rua Guilherme
Helmut Arendt, 151 Apto 102 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 2632
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
580 - ...
Olindo Aquiles Cassol Rua Júlio Moretz,
363 - B. Imperia, Concórdia Fone: (049) 3444 1671
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
581 - ...
Cláudio Paschoal Rua Getulio Vargas, 561 - Centro,
Concórdia Fone: (049) 3444 0849
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
582 - ...
Victorino Resmini Rua Osvaldo
Zandavalli, 102 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 3986
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
583 - ...
Cenildo
Colossi Rua Pref. Domingos Machado de Lima, 949 Apto 01 - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 0376/ Cel
8801 2947/ Com 3442 3132
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
584 - ...
Altair Jose De Prá Rua Romano Anselmo Fontana, 286 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0478
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
585 - ...
Clodimar Suzin Rua Tancredo Neves, 239
Apto 02 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1291
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
586 - ...
Ademir Lorenzetti Rua Osvaldo
Zandavalli, 382 Apto 02 - Centro, Concórdia Fone: (049)3442 0321
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
587 - ...
José Plinio Garcia Pacheco Rua José Vanancio Finger, 58 -
Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0608
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
588 - ...
Rudimar Suzin Rua Tancredo Neves, 239 - B.
Cinqüentenário, Concórdia Fone: (049) 3444
1698
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
589 - ....
Gerôncio Gurak Rua Lauri Ribeiro Neves,
176 - B. São Miguel, Concórdia Fone: Res 3444 0106/ Cel 9112 8434/ Com 3444
0663
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
590 - ...
Hedo Gerhardt Rua 2500 Nº 200 - Centro,
Balneário Camboriú
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
591 - ...
Sergio Luiz Barbieri Rua Arquimino
Seben, 78 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1495
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007.
Não tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
592 - ...
Volmir Luiz Venson Rua Atalípio
Magarinos, 348 Apto 402 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0038
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
593 - ...
Vitor Osmar Adamczyk Rua Duarte Schul,
181 Bl. B Apto 221 - Florianópolis
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
594 - ....
Jair Favassa Rua Imaculada Conceição,
30 - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 0085/ Cel 9109 1757
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
595 - ...
Itacir Clemente Dilda Rua Santa
Catarina, 660 - B. Nazaré, Concórdia Fone: Res 3442 0263 / Cel 9109 1243
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
596 - ....
Otir Diemer Rua Lauri Ribeiro Neves,
136 - B. São Miguel, Concórdia, Fone: 8813 1414
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
597 - ...
Iglacir Romani de Souza Rua Yanomamis
B: Itaíba, Concórdia Fone: Res 3444 7435/ Cel 9107 3924
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
598 - ...
Paulino Variza Trav. Marcon, 27 Apto 21
- Centro, Concórdia Fone: Res 3442 2834/ Cel 9914 1700/ Com 3444 0731
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
599 - ...
Alfredo
Vilarino Caprioli Rua Angelo Ari Biezus, 469 Apto 301 - Centro, Concórdia Fone:
(049) 3444 1369
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
600 - ...
Loreno Krützmann Rua 29 de Julho, 196
Apto 201 Edf S. Rafael - Centro, Concórdia Fone: Res 3444 1915/ Com 3442 4448
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
601 - ...
p Adair
José Perozin
Não consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
602 - ...
Waldomiro Antunes Rua Osvaldo
Zandavalli, 910 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 3529
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
603
- ...
Lourival da Silva Rua A. Guedes, 290 - Centro, Concórdia Fone: (049)
3444 2258 Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007 , porém transferiu o Título
para
p Marcelo da Silva, em 26/03/1999
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral Marcelo da Silva (incompleto) e Lourival da Silva
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
604
- ....
Daci Schiavini
Rua Adolfo Schiavini, 20 Apto 02 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1726
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
605
- ...
Irineu
Grigolo (Livro 2, Folhas 21) transferido para
Ita Bressan
Grigolo, em 16/05/2002 Trav. José Reali, 10 - Centro, Concórdia
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral apenas Irineu Grigolo
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
606
- ...
Orides Devenzi (ex 453) Rua João
Mosele, 70 Centro – Concórdia Fone: Res 3444 0761/ Cel 9994 7961/ Com 3442 1651
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
607
- ...
p Orelino Piassa
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
608
- ...
p Mario Bruno
Poy
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
609
- ...
Idalino Guzzo
Vila Fragosos Cx. P 84 - Interior, Concórdia Fone: (049) 3442 9018
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
610
- ...
611
- ...
Antônio
Francisco Fávero Rua Imperial, 48 Fundos - B. Imperial, Concórdia Fone: (049) 3444 2628
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
612
- ...
Marco Antônio Pittol Rua Atalipio
Magarinos, 348 Apto 802 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 1991
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
613
- ...
614
- ...
Raulino Uliano
Rua Pref. Domingos Machado de Lima, 260 - Centro, Concórdia
Adquiriu o
Título de categoria Contribuinte Transitório (Ficha/Cadastral)
Adquiriu
também Título Transitório nº 04 (Livro 2, Folhas 40)
Não existe
registro de que passou de Transitório para Patrimonial
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
615
- ...
616
- ...
617
- ...
618
- ...
619
- ...
Arnoldo Leite
Skiba Rua Jacob Selbach, 327 - B. Nazaré, Concórdia Fone: (049) 3444 2174
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
620
- ...
Djalma
Celestino Piloni Rua Castanheira, 141 - B. Floresta, Concórdia Fone: (049) 3444
0636
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
621
- ...
622
- ...
Luiz Alberto
Zanardi Av. Alvin Bauer, 400 - Centro, Balneário Camboriú
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
623
- ...
Marcos Cesar
Rampazzo Rua Orestes Farina, 132 Apto 2- Centro, Concórdia Fone: (049)3444 2684
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha Cadastral
incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
624
- ...
Jorge Alberto
Martins Rodrigues Rua Romano Anselmo Fontana, 17 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 3487
Aldir
Camillo (Livro 02, Folhas 21) que também teria o Título nº 615 (Livro 02 Folhas
21) e também teria o Título nº 625 (na Relação de Sócios de 29/03/2007)
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
625
-...
Aldir
Camillo Rua 29 de Julho, 477, Apto,
02 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 0313
Maurilio
José Piola (Livro nº 02, Folhas 21) que tem o Título Patrimonial nº 111,
oriundo de Abdo Razek (Livro nº 01, Folhas 02) ou ainda, de Abder Razek ou
Abder Rahman ou Abder Razek (Livro nº 02 Folhas 03)
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
626
- ...
Ivaldino
Antônio Piola Rua Tancredo de Almeida
Neves, 3900 - São Cristóvão, Concórdia
Fone: Res 3442 5096/ Cel 9994 8499/ Com 3442 5051
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
627
- ...
628
- ...
Jaime Domingos
Bonissoni Rua Romano Anselmo Fontana, 1056 - B. Jardim, Concórdia Fone:
(049) 3444 1526
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
629
- ...
Cilon Colla
Rua Independência, 283 Apto 206 B Ed. Independência - Centro, Concórdia Fone: Res
3444 0756/ Cel 8808 4954
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha Cadastral incompleta
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
630
- ...
Gelso Ramos
Rua João Mosele, 69 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3444 1596
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
631
- ...
p Enore Crippa
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
632
- ...
Iloi Antônio Locateli
Consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
633
- ...
634
- ...
635
- ...
636 - ...
Ouvidio José
Pille Trav. Bonassi, 10 - B. Imigrantes, Concórdia Fone: (049) 3444 1542
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
637
- ...
Pedro Von
Dentz A/c Banco do Brasil
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
638
- ....
Sylio
Jagielski Trav. Henrique Osvaldo Von
Hoendorf, 19 - Centro, Concórdia, Fone: Res 3444 4304/ Cel 9966 7071
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
639
- ...
640
- ...
Gildo Remy
Vezaro Rua Pref Domingos Machado de Lima, 764 Apto 401 Edf Dona Carolina –
Centro, Concórdia Fone Cel 9964 1919/ Com 3442
2914
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
641
- ...
642
- ....
Osmar Colpani Rua
Anita Garibaldi, 326 - Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 2939
Pelo
Livro Nº 01, Folhas 17, o Título de Osmar Colpani, é o nº 495, que na Relação
de Sócios de 29/03/2007 consta, erroneamente,
como sendo de Durval João De Barba que é o Sócio Fundador nº 322 (Livro 01,
Folhas 06 e Livro 02, Folhas 06)
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
642 - ...
p Valmiré Luiz Sens - Sócio
Admitido em 14/04/1984
Existe
Ficha Cadastral em nome de Osmar Colpani, que teria adquirido o Título em 12/04/1975, com a seguinte
observação: “O Título, isto é, os donos do mesmo não foram encontrados na Secretaria. Mas o
mesmo foi comprado através do Dr. Genésio Finger em 1980” .
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
643
- ....
p Araré Chaves de Abreu (ex 375)
Foi-lhe
dado o Título nº 643, aparentemente, vago
Não
consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
644
- ...
Oscar Tomazoni
Rua Leonel Mosele, 1900 - B. Liberdade, Concórdia Fone: REs 3444 0856/ Cel 9989
0130/ Com 3442 2800
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
645
- ...
Edgar Ângelo
Giotto (ex 291) Rua Pref. Domingos Machado de Lima, 381 Apto 649 - Centro, Concórdia Fone: (49) 3444 0920
É Sócio
Fundador com o Título Patrimonial nº 291, que teria passado para Sócio Remido
nº 04 e o seu Título Patrimonial
de nº 291, vendido Luiz Antônio Paludo.
Ao retornar à Título Patrimonial, erroneamente, foi
lhe concedido novamente, o nº 291.
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007,
erroneamente, como proprietário do Título Patrimonial
nº 291
Foi lhe
concedido o Título Patrimonil nº 645, aparentemente, vago.
Não
tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
646
- ...
Jaqueline P. Bigaton Rua Abramo Eberle, 238 -
Centro, Concórdia Fone: (049) 3442 1061
Oriundo do
sócio contribuinte Aldo Prazeres Nº C.13 (Livro 02, Folhas 25), recebendo,
erroneamente, o Título Patrimonial nº 646 (Cadastral)
(Jaqueline)
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007
Sérgio
Guarezi do Santo (Livro 02 Folhas 22)(não consta na Relação de Sócios de 29/03/2007) Título oriundo de Eugênio
Zanferari, em 28/09/1983 (Cadastral), tem Título, não consta na Relação de Sócios de 29/03/2007.
Tem Ficha
Cadastral Jaqueline P. Bigaton
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
647
- ...
Ademar Luiz
Bortolini (ex 03) Rua Lauro Müller, 142 - Centro, Concórdia Fone: Res 3444
9345 ou 3444 0965
Consta na Relação de Sócios de 29/03/2007,
erroneamente, com o Título Patrimonial nº 03, oriundo do Título de Remido nº 03
de Atilio Bortolini, seu pai.
Foi-lhe
concedido o nº 647, aparentemente, vago.
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
648
- ...
Ralf Hasse
Estr. Braço Matador, s/n - Bela Aliança, Rio do Sul Fone: (047) 3525 2276
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
649
- ...
João Batista
Ramos Rua Flamboius, 116 - B. Floresta, Concórdia Fone: (049) 3444 2973
Consta na
Relação de Sócios de 29/03/2007
Tem Ficha Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
650
- ....
p Milton Luiz Massolini (ex
120) que seria oriundo do Sócio Fundador Orides Henrique Nunes Filho (Cadastral) (Livro 1, Folhas 8) e
(Livro 2, Folhas 08).
Este Título também teria sido transferido para Luiz
Fernandes Bernardi (Cadastral) (Livro 2, Folhas 08).
Portanto,
teria dois proprietários. O Título Patrimonial nº 120 foi deixado para Luiz Fernandes Bernardi, pela
transferencia ser mais antiga.
Para
Milton Luiz Massolini foi concedido o nº 650, aparentemente, vago.
Não consta
na Relação de Sócios de 29/03/2007.
Tem Ficha
Cadastral
Providenciar
Ficha Cadastral atualizada
Relação de Associados que
tiveram o número de Título Alterado pela CAMRQS
292
- Gilson Nichele --------------------------------------------- ex
410
322
- Durval João De Barba-------------------------------------
ex 495
375
- Sérgio Guaresi do Santo------------------------------------ ex
646
495
- Osmar Colpani---------------------------------------------
ex 642
526
- Silvio Puntel-----------------------------------------------
ex 263
606
- Orides Devenzi--------------------------------------------
ex 453
643
- Araré Chaves de Abreu------------------------------------
ex 375
645
- Edgar Angelo Giotto -------------------------------------- ex 291
647
- Ademar Luiz Bortolini--------------------------------------
ex 03
650
- Milton Luiz Massolini-------------------------------------
ex 120
Número
de sócios da Relação de Sócios de 29/03/07------ 433
Relacionados
Sócios
Fundadores ------------------------------------- 303
Sócios
Remidos------------------------------------------ 05
Sócios
Novos------------------------------------------- 124
Total 432
Reintegrados
Sócios
Fundadores-------------------------------------- 152
Sócios
Remidos ----------------------------------------- 08
Sócios
Novos-------------------------------------------- 31
Total 191
Títulos
vagos------------------------------------------- 27
CLUBE 29
DE JULHO
Sócios
Patrimoniais que constam na Relação de Sócios de 29/03/2007
Fundadores-------------------------------- 303
Remanescentes------------------------------ 06
Novos------------------------------------- 123
Total---------------------------------------------- 432
Sócios
Reintegrados ao Quadro Social em 16/02/2008
Fundadores-------------------------------- 152
Remanescentes------------------------------ 07
Novos------------------------------------- 032
Total---------------------------------------------- 191
Total
de Sócios do Clube 29 de Julho--------------- 623
Total
de Títulos em branco------------------------- 027
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